segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O QUE O TRABALHADOR NÃO SABE SOBRE A TERCEIRIZAÇÃO.

25.08 - 14.53hs
No último dia 14, em Brasília – DF foi realizado o seminário “Terceirização no Brasil: impactos, resistências e lutas”. Os maiores interessados na terceirização (precarização) é o patronato, principalmente o banqueiro que disponibiliza seu negociador para interceder em favor de todo o empresariado.
 Em seu transcorrer, o painel “Terceirização, limites jurídicos e normas internacionais de proteção ao trabalho” definiu a terceirização como nefasta para os trabalhadores e para a sociedade, violando direitos humanos, incentivando a rotatividade e precarização de serviços e condições do trabalho.
Em 2013 o movimento sindical bancário recebeu a visita de uma sindicalista bancária do México, que relatou o fim da categoria profissional bancária, onde os bancos trabalham somente com terceirizados (depois da aprovação da lei idêntica a do Brasil) e como bancários restaram somente os diretores das instituições financeiras naquele país.
Nós, trabalhadores bancários ainda não acordamos para esta realidade. A rotatividade é praticada diariamente e em todos os bancos, nossa principal função é vender os produtos que são impostos desordenadamente e se erramos, pagamos com o desemprego.
Ministros, magistrados, advogados, juristas entre muitos outros são contrários a terceirização e como ela vem sendo preparada, sob forte pressão patronal e muitos políticos estão sendo coagidos votar a favor do projeto, com a ameaça de não serem “patrocinados” em suas campanhas.
É importante saber que os banqueiros são os maiores investidores na política brasileira, que independente de partidarismo, injeta dinheiro para recebê-lo pós-eleição.
Aí você pergunta “Como eles sabem em quem investir?”
A resposta é simples, como dinheiro não é problema para os banqueiros, eles investem 50% em cada candidato e o que vencer fica devendo “favores”.

Portanto, cuidado em quem vai votar nas próximas eleições!

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