segunda-feira, 25 de agosto de 2014

QUAIS AS INFORMAÇÕES SOBRE A TERCEIRIZAÇÃO QUE PRECISAMOS SABER!

25.08 - 14.58hs
Todos afirmam que o movimento sindical bancário tem sido um batalhador incansável contra o projeto de lei (PL) 4330 e o projeto de lei do senado (PLS) 087, mas a luta ainda é árdua.
Acompanhe abaixo quem são e o que falam a respeito da terceirização, que só interessa aos empresários:
“A legalização da Terceirização não será um novo direito do trabalho. Com a terceirização não haverá direito do trabalho. Na França e no Equador a terceirização desenfreada foi impedida, com sucesso econômico e social”. JOSE ROBERTO FREIRE PIMENTA – MINISTRO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO (TST).
“Estratégias empresariais de redução de custos violam direitos trabalhistas e nós não podemos permitir isso. Ainda presenciamos a degradação dos trabalhadores e dos direitos humanos. A terceirização mais abrangente impedirá a realização de concursos públicos, igualdade de oportunidades e a inclusão de pessoas com deficiências (PCDs)”. ROBERTO CALDAS – JUIZ DA CORTE INTERAMERICANA DOS DIREITOS HUMANOS.
“Somos peças e personagens importantes de resistência nos processos de terceirização. Devemos aplaudir os sindicatos na fiscalização e luta contra a degradação dos trabalhadores terceirizados” PAULO SCHMIDT – PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MAGISTRADOS DO TRABALHO (ANAMATRA).
“Nós cumprimos com nossa obrigação de agir em defesa da ordem jurídica, por isso levamos as empresas a pagar indenizações aos empregados que tiveram os direitos trabalhistas violados. O MPT não vai recuar na luta da fraude da terceirização”.  LUÍS ANTONIO DE MELO – PROCURADOR-GERAL DO TRABALHO.
"Nem as constituições no regime militar, mesmo a mais autocrática, o Ato Constitucional Número 1, de1969, reviviam ideias excludentes de Estado irresponsável. Nem essas reacenderam ideia de livre iniciativa privada ou propriedade privada sem limites e sem controle". MAURÍCIO GODINHO DELGADO – MINISTRO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO.

"Ouço dizer que a terceirização teria criado 10 milhões de empregos. Não houve criação de vagas, mas a substituição dos empregados diretos por postos onde a rotatividade é 76% superior ao dos contratos direitos, onde os salários são 67% menores. No setor elétrico, por exemplo, o risco de acidentes entre terceirizados é cinco vezes maior." KÁTIA ARRUDA - MINISTRA DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO. 

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