quarta-feira, 30 de março de 2011

REUNIÃO GRUPO DE TRABALHO PARA DISCUSSÃO DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO NAS AGÊNCIAS.


Hoje 29/03 a representação se reuniu com o Banco Santander para debater as condições de trabalho nas agências do banco, onde participaram dela as seguintes pessoas:

Pela representação: Cristiano Meibach, João Carlos R. Dias, Rita Berlof, Marcelo Sá, Paulo Salvador, Garcez, Carmen, e Vera Marchioli. Pelo Banco: Marcos Schimit, Dr.Renato, ,Jerônimo Anjos, Fabiana e Miguel Lopes; superintendente de atendimento de rede.

Após exposição pelo banco da implantação tecnológica nas agências; como foi feita; treinamentos aos funcionários, Cal Center de suporte ao funcionário e ao cliente; a representação pontuou vários problemas que estão ocorrendo nas agências devido a mudanças do sistema; como falta de funcionários; não pagamento das horas extras efetivamente feitas; metas abusivas; dificuldade de adaptação no novo sistema das agências;falta de suporte aos funcionários na resolução dos problemas junto ao cliente.

A representação através de carta endereçada ao Presidente do Banco Marcial Portela encaminhou as seguintes medidas necessárias e de implantação imediata para minimizar os graves problemas hoje no banco: · Suspensão das metas de venda de produtos; · Treinamento intensivo aos funcionários sobre o novo sistema; · Aumento de monitores nas agências do Real; · Pagamento de todas as horas extras ; · Contratação de mais funcionários nas agências; · Variável paga pelo valor do mês anterior à fusão tecnológica; · Prioridade é o cliente sem preocupação com avaliação e metas; Tais propostas seriam implantadas até solucionar os problemas que ocorrem hoje nas agências, os representantes do Banco ficaram de dar retorno sobre a proposta encaminhada pela representação nesta sexta-feira dia 01/04.

A reunião foi importante para mostrarmos ao banco a real situação que se encontra os funcionários em nossas agências, esperamos com isso , que o banco se realmente estiver preocupado com seus funcionários implante para dentro seu slogan”VAMOS FAZER JUNTOS...”, caso contrário nos funcionários temos que dar o RECADO ao banco .


José Cristiano Meibech
João Carlos R. Dias Coordenação COE Feeb SP/MS

A serviço do mal ou um mal necessário?

Matéria do Jornal Bom Dia de 28/03/2011


É fato: o telefone celular é fundamental para criminosos que assaltam correntistas na saída de bancos em Sorocaba. Projeto que quer proibir uso do aparelho em agências divide opiniões anuncie! Mayco Geretti Agência BOM DIA Deve ir à votação na Câmara de Sorocaba já nas próximas semanas o projeto de lei que visa proibir o uso de telefones celulares e rádios comunicadores dentro de bancos. Polêmica, a iniciativa visa reduzir os casos de assaltos que vitimam pessoas nas saídas das agências.

O projeto do vereador Luis Santos (PMN) estava na pauta de discussão da sessão do dia 15, mas o próprio autor o retirou da pauta para fazer duas emendas: a lei abre uma exceção para o uso de celular em caso de comprovada emergência e fixa em R$ 3 mil o valor da multa em caso de infração. Se houver reincidência numa mesma agência, as multas passam a ser de R$ 5 mil a cada nova ocorrência. O projeto é defendido como uma ferramenta a mais contra os criminosos que fazem a chamada “saidinha”, mas é hostilizado por frentes que o veem como um atentado contra a liberdade individual. Em 2007, o prefeito Vitor Lippi já vetou projeto semelhante.

A ideia ressurgiu em novembro do ano passado, quando o vereador Luis Santos tentou emplacá-la na Câmara. Naquela ocasião, o projeto de lei foi rejeitado por 18 votos a 2. A proposta, salienta a Comissão de Justiça da Câmara, não fere a Lei Orgânica ou a Constituição, como cogitaram alguns vereadores. Duas chances Mesmo que o projeto seja novamente rejeitado no Legislativo sorocabano, a cidade ainda poderá ter o celular proibido se a lei se tornar estadual. Tramita na Assembleia de São Paulo uma proposta semelhante que amplia a proibição do uso de celulares também para lotéricas e até mesmo em pontos de concentração de caixas eletrônicos, como em shoppings. A lei já tem precedente no Brasil. No estado de Minas Gerais, por exemplo, é proibido usar celulares e rádios comunicadores em agências bancárias desde 12 de janeiro.

Discussão André Moron, delegado seccional de Sorocaba "É mais uma ferramenta de combate ao crime, mas os investimentos em segurança em bancos devem ser mantidos. O fim justifica o meio" Júlio Machado, presidente Sindicato dos Bancários "Muitos correntistas e os próprios bancários precisam da liberdade de usar um celular. Deve buscar-se outras formas de coibir a violência" Vitor Gusmão, comandante do 7º Batalhão da PM "Todas as ferramentas que vierem de encontro aos interesses das polícias serão aceitas" Vitor Lippi, prefeito "Me manifesto contra o projeto de lei, pois acredito que seu princípio fere a liberdade de expressão de cada indivíduo" Adriana Pelegrino, jornalista "Sou contra porque passamos muito tempo em bancos hoje em dia e o celular agiliza a vida. Resolvo tudo graças a ele" Queda brusca O comparativo do primeiro trimestre deste ano com o mesmo período de 2010 mostra queda brusca do número de casos de “saidinha” em Sorocaba.

Enquanto em 2010 foram registrados no período 21 casos, neste ano foram cinco casos que geraram registro de boletim de ocorrência pelas vítimas. R$ 160 mil aproximadamente foram roubados nas saídas dos bancos de Sorocaba no ano passado Liminar dos bancos barra biombos A primeira investida das autoridades de Sorocaba contra os assaltos na saída de agências foi dada em 2007, quando foi sancionada a lei municipal que exige a instalação de biombos ao redor dos caixas para garantir a privacidade de quem faz saques. No segundo semestre do ano passado, no entanto, os bancos conseguiram liminar eximindo-os da responsabilidade de manter os biombos.

Algumas agências bancárias jamais chegaram a instalar as divisórias, mesmo diante das multas pesadas propostas. O cumprimento da lei é de responsabilidade do setor de fiscalização da prefeitura, que desde o ano passado, quando a liminar foi obtida na Justiça pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) ficou impossibilitado de cumprir seu papel. Segundo informações fornecidas pela Secretaria de Segurança Comunitária, antes da fiscalização passar a ser impedida, os bancos da cidade haviam recebido 35 autuações.

Dezenove infrações foram aplicadas em agências que incorriam na falha pela primeira vez e 16 multas em reincidentes. Os valores das multas variam de R$ 6 mil a R$ 12 mil. As autuadas recorrem na Justiça. Estadual No dia 16, o governador Geraldo Alckmin sancionou lei que exige biombos em bancos de todo o Estado. As agências terão 90 dias para se adequar, sob pena de multa.

terça-feira, 29 de março de 2011

Agenda do Presidente


Banco deve integrar verbas de “luvas” ao salário de empregada


TST A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho, sob a relatoria da ministra Maria de Assis Calsing, determinou que as verbas pagas pelo Banco Safra a uma empregada, à época da admissão, fossem integradas ao seu salário. A turma identificou, no caso, a figura equiparada às “luvas” dos atletas profissionais, cujo pagamento, pelo empregador, tem o intuito de tornar mais atraente a aceitação do emprego. Anteriormente, ao ter seu recurso analisado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 4ª região (RS), a empregada não obteve sucesso. O Regional entendeu que, por falta de habitualidade nos pagamentos, ela não fazia jus à integração pleiteada e, assim, manteve a sentença inicial.


As verbas, de R$ 20 mil e R$ 50 mil, foram pagas em duas ocasiões: na admissão e quatro anos depois. Esses valores, segundo a empregada, foram disfarçados como operações de empréstimos que jamais ocorreram, a não ser nos formulários contábeis do banco. A ministra Maria de Assis Calsing, na análise do caso, ressaltou que o Regional reconheceu a existência de fraude no procedimento adotado pelo Banco Safra, visto que tais valores eram pagos na forma de empréstimos fictícios.


O TRT decidiu ainda que o pagamento das mencionadas quantias fora mera liberalidade do empregador, com a intenção de tornar mais atraente o ingresso da empregada em seu quadro funcional. Contudo, para a relatora, dada a nítida natureza salarial das verbas, esses valores devem integrar o salário para todos os efeitos legais. A ministra lembrou que em outros processos envolvendo a mesma instituição bancária, com matéria idêntica à do presente caso, o TST tem deferido a integração da verba equiparada às “luvas” do atleta profissional.


(Raimunda Mendes/CF) Processo: RR-56741-38.2003.5.04.0028

Polícia apura denúncia de racismo em agência do Banco do Brasil em São Paulo


O rapper e poeta negro Luciano Dimis da Silva, conhecido como James Bantu, disse que foi humilhado e ameaçado de prisão em uma agência na região da República (centro de São Paulo), no dia 9 de fevereiro, ao tentar descontar um cheque. Ele prestou depoimento na quarta-feira (23).


O banco nega a discriminação e diz que Bantu se recusou a seguir procedimentos de segurança. O rapper conta que foi impedido de entrar com uma mochila com um laptop, mesmo depois da bolsa ter sido revistada por uma vigia. Bantu questionou a proibição, dizendo que não havia armário disponível para guardar a mochila. A segurança, então, chamou um policial militar, a quem Bantu acusa de tê-lo humilhado.


O PM teria mandado o cantor encostar contra a parede e dito que, se quisesse, poderia deixá-lo nu na agência. Segundo o rapper, o policial o teria mandado "calar a boca" e só falar depois dele, caso contrário seria preso. Ao ver o notebook, o PM teria pedido a nota fiscal do aparelho. Depois de nada ter sido encontrado na revista, o rapper disse que tentou ir embora. "Você só vai embora quando eu quiser", teria dito o PM. Bantu conta que sentou no chão e começou a chorar, pedindo ajuda. Uma cliente do banco teria pedido ao policial para liberá-lo. "Tinha medo de tentar sair e levar um tiro ou ser algemado", conta Bantu. Por fim, saiu do agência e entrou no prédio ao lado. Naquele dia, registrou queixa na Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância).


No outro dia, Bantu voltou à agência para descontar o cheque --de R$ 504, pagamento por serviços a uma ONG-- dessa vez, acompanhado de cerca de 30 amigos. Segundo o advogado do rapper, Dojival Vieira, a gerente da agência prestou queixa contra Bantu, acusando-o de causar tumulto. Procurado, o Decradi não quis falar sobre o caso para não atrapalhar as investigações. Segundo Vieira, a delegada responsável deve pedir à Justiça que determine que o banco entregue as imagens das câmeras de segurança.


OUTRO LADO Em nota, o Banco do Brasil afirmou que atende às exigências legais de procedimentos de segurança, como porta giratória e gravação de imagens, e disse que os clientes podem usar o porta-objetos para colocar bolsas e aparelhos metálicos. O banco afirma que Bantu se recusou a seguir esse procedimento, e em momento algum sofreu qualquer tipo de discriminação. Procurada, a Polícia Militar não respondeu até a publicação desta matéria.


Fonte: Folha.com

Sindicato cobra transparência nas contas do convênio médico do Itaú Unibanco


Após cobrança dos bancários, aconteceu nesta segunda-feira, 28, uma negociação entre a Contraf-CUT, o sindicato e o Itaú Unibanco sobre o reajuste de até 24,61% do convênio médico efetuado na folha de pagamento sem qualquer comunicação prévia. Os trabalhadores cobraram da empresa a apresentação detalhada do balanço do convênio, com a discriminação clara da parte dos funcionários nas receitas do plano.


O acordo que unificou os convênios médicos, construído ao longo de um intenso processo de negociação entre as partes e assinado em 24 de fevereiro de 2010, prevê um reajuste definido pela sinistralidade e outros dados do convênio, o que não está sendo seguido pelo banco. Além disso, ficou acertado que qualquer modificação com o plano de saúde deveria ser previamente anunciado aos trabalhadores e movimento sindical, o que não aconteceu.

Os dirigentes sindicais cobraram ainda do banco soluções para diversos problemas relatados pelos bancários no convênio odontológico da empresa.


Fonte: Contraf-CUT

Bancários querem esclarecimentos sobre PPR


Programa de participação nos lucros próprio do banco gera cada vez mais insatisfação entre os funcionários São Paulo -


O Sindicato está formalizando um pedido de negociação com o HSBC para esclarecer o PPR, o programa de participação nos lucros próprio do banco, que gera cada vez mais insatisfação entre os funcionários.


Segundo o balanço anual divulgado pelo HSBC, foram gastos R$ 282 milhões em participação nos lucros em 2010, mas o banco não discrimina o que é PLR e o que é PPR do total. Cálculos da subseção do Dieese no Sindicato apontam que a PLR representou R$ 95 milhões desse montante. Sobraram, portanto, R$ 187 milhões para o PPR.


Insatisfação – Além disso, o banco dilui parte do valor, já que 30% do programa é pago mensalmente a quem cumpre ou supera as metas do mês. Ao receber o holerite do final do ano, o funcionário sente que seu esforço não foi compensado.