Cinco homens armados explodiram um caixa eletrônico do Santander na cidade de Salto de Pirapora, na noite de domingo (31). Na fuga os bandidos deixaram espalhados pelo chão aproximadamente R$ 3000 e até ontem a polícia não teve informações sobre o bando.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Atletas do Sindicato em mais uma corrida: o Circuito de corrida e caminhada da Longevidade Bradesco
Realizada no Parque das Águas no último domingo (31) o Circuito de Corrida e Caminhada da Longevidade Bradesco, contou com a presença de 26 integrantes da Academia dos Bancários. Ao todo foram 1310 participantes entre homens e mulheres que realizaram a prova de 6KM, com largada às 08:15 da manhã. Já a caminhada que também contou com muitos atletas, teve percurso de 3 KM e a largada às 09:15 da manhã.
"A cada corrida os alunos da academia estão cada vez mais interessados a participar e nesta foram 26 alunos e isso é uma satisfação para nós professores da Academia", satisfeiro diz o professor Jefferson Machado que também participou da corrida.
O Sindicato parabeniza a todos os participantes e agradece a eles por carregarem o nome do Sindicato no peito em cada corrida.


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Sindicato se reune com HSBC nesta quinta-feira (4)

O sindicato se reunirá nesta quinta-feira (4) com a direção do HSBC para cobrar uma explicação sobre o anúncio feito pelo banco inglês nesta segunda-feira (1º) de que irá demitir cerca de 20% dos seus empregados em todo mundo, através de uma teleconferência nos Estados Unidos.
Segundo divulgação serão 30 mil trabalhadores demitidos, o que é um absurdo - ainda mais frente ao lucro mundial de US$ 11,5 bilhões obtido pela instituição entre janeiro e junho deste ano, que foi igualmente anunciado nesta segunda-feira.
A reunião será nesta quinta-feira (3) em São Paulo às 10 h. " Estamos preocupados com essa divulgação e é um absurdo o que o banco quer fazer. Isso é um desrespeito com os funcionários que são os principais responsáveis pelos lucros, inclusive pelo lucro que a instituição obteve entre janeiro e junho deste ano", desabafa o diretor e funcionáriodo HSBC Ricardo Santos Filho.
Lucro crescente
O lucro alcançado é maior do que os US$ 11,1 bilhões apurados um ano antes e melhor que a média das estimativas de analistas, de US$ 10,9 bilhões. O HSBC também informou que cortou 5 mil empregos em meio à reestruturação em andamento na América Latina, nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e Oriente Médio, e que eliminará outros 25 mil postos até 2013.
"Haverá mais cortes de empregos", disse o presidente-executivo do banco, Stuart Gulliver, em teleconferência. "Será algo em torno de 25 mil vagas eliminadas entre agora e o final de 2013". Para Daniel Tabbush, analista da CLSA em Bangkok, "é um número grande (de cortes de empregos), mas faz sentido porque os custos do HSBC são razoavelmente altos".
No domingo (31), o HSBC anunciou que venderá 195 agências nos EUA ao First Niagara Financial por cerca de US$ 1 bilhão em dinheiro, além de fechar outras 13 das 470 filiais que possui naquele país.
Reestruturação
Outro problema que se apresenta após o anúncio da reestruturação é a informação de que o HSBC está centralizando suas atividades na Ásia. HSBC nega demissões no Brasil
Em nota divulgada no fim da tarde desta segunda-feira, o HSBC Brasil informou que o país não será afetado pelo plano mundial de demissões anunciado pela matriz do banco. "O Brasil não faz parte da reestruturação do grupo, que inclui corte de funcionários", informou.
No comunicado desta tarde, a unidade brasileira do HSBC informou que está contratando 1.000 novos gerentes de relacionamento este ano para ampliar sua presença no varejo local. "O país foi destaque no anúncio dos resultados ao ser, entre os 87 países onde o banco atua, o terceiro a mais contribuir com o lucro do grupo", segundo trecho da nota à imprensa, detalhando que o lucro antes de impostos do conglomerado no Brasil foi de US$ 637 milhões de janeiro a junho.
Fonte:Reuters
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
A saúde do trabalhador também está sendo priorizada nesta Campanha
A saúde do trabalhador é um dos itens da minuta de reivindicação dos bancários deste ano debatido na 13ª Conferência Nacional, realizada nos últimos dias 29, 30 e 31 de julho. Foram 120 membros, entre eles bancários de todo país que discutiram o artigo que trata o fim das metas abusivas, metas que, causam muitos problemas de saúde aos funcionários.
Outro assunto que foi debatido e que é extremna importância para a saúde do trabalhador é o fim do assédio moral. Essa prática pode causar sérios problemas psicológicos aos bancários, problemas que preocupam o sindicato de Sorocaba e Região.
"A pouco tempo em nossa base territorial, tivemos problemas com a prática do assédio moral. No ano passado, assinamos um acordo e o banco não está respeitando o funcionário e nem este acordo assinado", diz o diretor e funcionário do Bradesco José Renato Zamuner que esteve presente na Conferência Nacional.
O diretor ressalta que a imposição das metas abusivas também prejudica os bancários. "Estaremos lutando pelo fim das metas abusivas pois, elas estão prejudicando muito a saúde do bancário que é diariamente cobrado pelos seus superiores a cumpri-las", conclui Renato.
Bancos usam rotatividade e correspondente bancário para aumentar lucro
Apesar de gerarem 6.851 novos empregos, os bancos desligaram 8.947 trabalhadores no primeiro trimestre de 2011, mantendo a alta rotatividade de mão-de-obra que o sistema financeiro utiliza como estratégia para a redução dos salários. As admissões (15.798) são feitas com remuneração 46% inferior aos bancários demitidos. Os dados foram apresentados pelo Dieese, na mesa de Emprego e Remuneração, no segundo dia da 13ª Conferência Nacional dos Bancários, que acontece em São Paulo.
Essa estratégia de redução de custos é reforçada com a expansão dos correspondentes bancários, cujos trabalhadores ganham em média 25% do valor da remuneração dos trabalhadores do setor financeiro, com a adicional de não terem os demais direitos da categoria. Enquanto o bancário custa em média R$ 4.435,00 aos bancos (com um piso médio, considerando a remuneração variável, cerca de R$ 2.300,00), o comerciário recebe R$ 965,00.
Para o economista Miguel Huertas, da subseção do Dieese, a manobra é preocupante. "A redução de custo, que anteriormente era um papel atribuído à tecnologia, foi transferido atualmente com a expansão dos correspondentes bancários. Os banqueiros usam o comerciário para vender produto bancário porque o custo comercial e salarial é bem inferior ao do bancário", avalia o economista.
Segundo ele, a própria existência da categoria bancária está em jogo. "Porque há o risco de ele ser reduzido de novo, agora não mais por conta do avanço tecnológico, mas pelo barateamento da mão de obra".
Novas fontes de lucro
O estudo do Dieese mostra que houve mudança no perfil do rendimento bancário. De acordo com Huertas, se antes os bancos ganhavam com a alta inflação, com o controle das taxas os banqueiros tiveram que criar novas fontes de lucro. Hoje elas estão concentradas na venda de produtos e nas tarifas bancárias. "Ou seja, retira dinheiro da sociedade para os bancos", afirma o economista.
Número de mais velhos aumenta
Os dados mostram aumento do número de bancários entre as faixas etárias mais elevadas. Em 1995, havia poucos bancários com mais de 50 anos. A taxa se eleva de 2,6% em 1995 para 12,7% em 2010. A faixa entre 40 e 49 anos também foi elevada, de 22,4% em 1995 para 26,5% em 2010. Por outro lado, há uma queda na participação entre os mais jovens, de 30 e 39 anos, passou de 43,4% em 1995 para 29,1% em 2010.
Apesar do aumento etário, a maioria, 70% dos novos contratados, é jovem entre 18 e 24 anos.
Aumenta grau de escolaridade
O número de bancários com nível superior apresentou grande aumento. A porcentagem passou de 20,78% em 1995 para 68,57% em 2010.
O trabalhador do sistema financeiro também está ficando cada vez menos nas empresas. Em 1995, 45% dos bancários permaneciam dez anos ou mais no banco. Atualmente, este contingente reduziu para 26%. Os trabalhadores entre cinco a dez anos eram de 28%. Atualmente são 14%. "Em razão da rotatividade, esta é uma categoria que tem ficado menos tempo no emprego", avalia Huertas.
Jornada desigual
A jornada de trabalho acentua a divisão de condições de trabalho entre trabalhadores dos correspondentes e os bancários. Dos bancários, 50% possuem jornada de 40 horas, enquanto a outra metade da categoria trabalha 30 horas semanais. Já a jornada dos correspondentes se mostra bem superior ao dos bancários. No comércio, 95% têm jornada de 44 horas. "Sem contar que a maioria excede o período contratual", avalia Huertas.
Sistema financeiro contribui com desigualdade
O sistema de contas do IBGE de 2008 mostra que a partir dos anos 2000 ocorreu um aumento na remuneração do capital em detrimento da remuneração do trabalho. Segundo os dados, houve uma queda na participação dos salários no valor adicionado do sistema financeiro na forma como a riqueza é distribuída entre capital e trabalho.
De acordo com o levantamento, o total de riqueza no sistema financeiro ficou dividido em 67% para o capital e 31% para os trabalhadores. Por outro lado, na economia total, os números se mantiveram mais páreos, com 40,5% ao capital e 38% aos trabalhadores.
Segundo os dados do Dieese, mesmo se tratando de um setor responsável por 10% da economia do país, o sistema financeiro apresentou uma maior desigualdade na distribuição da riqueza, se comparado com a economia total. "É preciso melhorar a distribuição de renda existente no sistema financeiro para que o crescimento econômico seja mais igualitário", defende Miguel.
Mulheres continuam ganhando menos
O levantamento mostrou aumento na participação das mulheres no sistema bancário. Em 1995 era de 45% e em 49%. Porém, a diferença da remuneração média entre homens e mulheres está ainda maior. Em 1995 a diferença era de 21%, enquanto que em 2010, a porcentagem subiu para 24%.
"A diferença de salário médio entre homens e mulheres foi ampliada. Caminhamos para trás do ponto de vista da remuneração", conclui o economista
Essa estratégia de redução de custos é reforçada com a expansão dos correspondentes bancários, cujos trabalhadores ganham em média 25% do valor da remuneração dos trabalhadores do setor financeiro, com a adicional de não terem os demais direitos da categoria. Enquanto o bancário custa em média R$ 4.435,00 aos bancos (com um piso médio, considerando a remuneração variável, cerca de R$ 2.300,00), o comerciário recebe R$ 965,00.
Para o economista Miguel Huertas, da subseção do Dieese, a manobra é preocupante. "A redução de custo, que anteriormente era um papel atribuído à tecnologia, foi transferido atualmente com a expansão dos correspondentes bancários. Os banqueiros usam o comerciário para vender produto bancário porque o custo comercial e salarial é bem inferior ao do bancário", avalia o economista.
Segundo ele, a própria existência da categoria bancária está em jogo. "Porque há o risco de ele ser reduzido de novo, agora não mais por conta do avanço tecnológico, mas pelo barateamento da mão de obra".
Novas fontes de lucro
O estudo do Dieese mostra que houve mudança no perfil do rendimento bancário. De acordo com Huertas, se antes os bancos ganhavam com a alta inflação, com o controle das taxas os banqueiros tiveram que criar novas fontes de lucro. Hoje elas estão concentradas na venda de produtos e nas tarifas bancárias. "Ou seja, retira dinheiro da sociedade para os bancos", afirma o economista.
Número de mais velhos aumenta
Os dados mostram aumento do número de bancários entre as faixas etárias mais elevadas. Em 1995, havia poucos bancários com mais de 50 anos. A taxa se eleva de 2,6% em 1995 para 12,7% em 2010. A faixa entre 40 e 49 anos também foi elevada, de 22,4% em 1995 para 26,5% em 2010. Por outro lado, há uma queda na participação entre os mais jovens, de 30 e 39 anos, passou de 43,4% em 1995 para 29,1% em 2010.
Apesar do aumento etário, a maioria, 70% dos novos contratados, é jovem entre 18 e 24 anos.
Aumenta grau de escolaridade
O número de bancários com nível superior apresentou grande aumento. A porcentagem passou de 20,78% em 1995 para 68,57% em 2010.
O trabalhador do sistema financeiro também está ficando cada vez menos nas empresas. Em 1995, 45% dos bancários permaneciam dez anos ou mais no banco. Atualmente, este contingente reduziu para 26%. Os trabalhadores entre cinco a dez anos eram de 28%. Atualmente são 14%. "Em razão da rotatividade, esta é uma categoria que tem ficado menos tempo no emprego", avalia Huertas.
Jornada desigual
A jornada de trabalho acentua a divisão de condições de trabalho entre trabalhadores dos correspondentes e os bancários. Dos bancários, 50% possuem jornada de 40 horas, enquanto a outra metade da categoria trabalha 30 horas semanais. Já a jornada dos correspondentes se mostra bem superior ao dos bancários. No comércio, 95% têm jornada de 44 horas. "Sem contar que a maioria excede o período contratual", avalia Huertas.
Sistema financeiro contribui com desigualdade
O sistema de contas do IBGE de 2008 mostra que a partir dos anos 2000 ocorreu um aumento na remuneração do capital em detrimento da remuneração do trabalho. Segundo os dados, houve uma queda na participação dos salários no valor adicionado do sistema financeiro na forma como a riqueza é distribuída entre capital e trabalho.
De acordo com o levantamento, o total de riqueza no sistema financeiro ficou dividido em 67% para o capital e 31% para os trabalhadores. Por outro lado, na economia total, os números se mantiveram mais páreos, com 40,5% ao capital e 38% aos trabalhadores.
Segundo os dados do Dieese, mesmo se tratando de um setor responsável por 10% da economia do país, o sistema financeiro apresentou uma maior desigualdade na distribuição da riqueza, se comparado com a economia total. "É preciso melhorar a distribuição de renda existente no sistema financeiro para que o crescimento econômico seja mais igualitário", defende Miguel.
Mulheres continuam ganhando menos
O levantamento mostrou aumento na participação das mulheres no sistema bancário. Em 1995 era de 45% e em 49%. Porém, a diferença da remuneração média entre homens e mulheres está ainda maior. Em 1995 a diferença era de 21%, enquanto que em 2010, a porcentagem subiu para 24%.
"A diferença de salário médio entre homens e mulheres foi ampliada. Caminhamos para trás do ponto de vista da remuneração", conclui o economista
Conferência Nacional: Bancários querem 12,8% de reajuste salarial
A pauta de reivindicações dos bancários para a Campanha Salarial de 2011 foi definida na 13ª Conferência Nacional, realizada nos últimos dias 29,30 e 31 de julho. O presidente Julio Cesar Machado e os diretores Sonia Regina Dell Amo, Ricardo dos Santos Filho e José Renato Zamuner, representaram a categoria de Sorocaba e Região onde, debateram os itens que serão negociados este ano. A categoria bancária quer o reajuste salarial de 12,8% - composto do aumento real de 5% mais reposição da inflação projetad de 7,5%, PLR de três salários mínimos mais de R$ 4.500, valorização do piso, aumentos nos vales refeiçãoo e alimentação. A categoria reivindica também plano de cargos e salários para todos, fim das metas abusivas e do assédio moral para terem melhores condições de trabalho, além de, mais segurança e empregos. A pauta de reivindicações deve ser entregue aos bancos (Fenaban) na sexta-feira dia 12 de agosto.
"Nestes três dias trabalhamos muito afim de discutir o melhor para a categoria. Mas tenho certeza que valeu muito a pena", diz a diretora Sonia Regina Dell Amo, funcionária do Banco do Brasil.
Para o presidente Julio Cesar a minuta de reivindicações já está pronta e agora é preciso mais uma vez da união de todos. " A minuta será entregue no próximo dia 12 com todas as nossas reivindicações. Agora é aguardar a posição de banqueiros. A campanha salarial já está aí e é importante lembrar que, a união de todos é de extrema importância", orienta o presidente.
Confira as principais reivindicações
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