quarta-feira, 19 de novembro de 2014

FARMÁCIA DOS BANCÁRIOS. FAÇA USO DELA TAMBÉM PARA SEUS FAMILIARES.

19.11 - 14.40hs
Aproveitando a oportunidade da visita do dirigente do Sindicato dos Comerciários em nossa farmácia, relembro a todos os bancários e bancárias que nossa farmácia está trabalhando a mais de 11 anos para servir a todos os associados.
Sabemos de inúmeros casos de familiares de bancários que ainda compram seus remédios em farmácias comerciais e poderiam ter um benefício comprando conosco.
Antes de comprar, ligue 32292998 ou 32292999, fale com um de nossos atendentes e solicite o preço do remédio desejado, depois você faz seu juízo e analise, se vale a pena comprar em outra farmácia.

Preste atenção no atendimento de nossos profissionais, você não vai se arrepender!

terça-feira, 11 de novembro de 2014

INTERRUPÇÃO NOS INFORMES.

11.11 - 17.45HS
Houve um pequeno espaço de tempo sem informes nesta pagina em virtude de problemas técnicos, que já foram solucionados.
Enfrentamos problemas diariamente em agências bancárias e estas informações não podem ser omitidas.
Nossa preocupação sempre foi a de informar com a maior rapidez possível e por isso, peço desculpas por este tempo perdido.

SAÚDE DO TRABALHADOR TEM QUE SER RESPEITADA!

11.11 - 17.42hs
Uma gestora em Sorocaba anda vigiando seus comandados até para uso do banheiro.
Já vimos esse tipo de atitude em outros bancos e o que a administração colheu foram frutos ruins.
Principalmente as mulheres tendem adquirir doenças relativas a rim e intestino, o que causa afastamentos médicos e logicamente, prejuízo a saúde do trabalhador. Outro agravante é a sobrecarga aos que continuam trabalhando em substituição aos afastados.
Lamentavelmente é apenas uma questão de gestão e em sã consciência, é um absurdo privar o ser humano de suas necessidades fisiológicas!

Vamos visitar esta agência e conversar com a gestora sobre o assunto!

TERROR NO HSBC. DEMISSÕES NÃO PARAM!

11.11 - 17.41hs
O banco HSBC promove uma verdadeira limpeza em seu quadro de funcionários e em nosso ponto de vista, na faixa salarial de maior impacto na folha de pagamento da instituição financeira.
A grande maioria dos demitidos, no caso das agências, são funcionários de chefia ou gerencia, onde existe uma concentração salarial maior.
O pavor dos funcionários que ficaram é muito grande, pois as demissões estão acontecendo desde o último dia 06, contrariando informações do próprio banco que diz ter terminado o processo de desligamentos.
Alguns gestores estão se disponibilizando citar seus nomes, para contestar esta atitude danosa por parte do banco mesmo que o preço seja a demissão também. “Produzimos em média 140% das metas todos os meses para cumprir exigências do banco e agora vivemos este terrorismo diário” comentou um gerente irritado.
“Se o banco não está lucrando o que o banco deseja, não é por culpa do quadro de funcionários. Meu dever eu cumpro, todos os dias”, desabafa outro gestor.

Atividades estão sendo programadas e se não houver reversão das demissões, que elas parem imediatamente, sob pena de paralisação de todas as agências do banco no território nacional!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

ADITIVO DO SANTANDER NÃO AVANÇA.

10.11 - 16.06hs
O Banco Santander frustrou mais uma vez o movimento sindical no último dia 06, e agendou nova rodada em 13 de novembro, quando será discutido o Programa de Participação nos Resultados do Santander (PPRS). Para o COE a proposta momentânea do banco não está a altura do lucro de R$ 4,3 bi até o mês de setembro (20% do global do banco).
A concessão das 2.500 bolsas de estudo para primeira graduação e pós, foi a única novidade, já que o banco congelou os reajustes em 2013. Hoje elas estão limitadas as R$ 442,80.
A igualdade de oportunidades entre homens, mulheres, negros, deficientes, orientação sexual,  a saúde, a previdência complementar, condições de trabalho, a proteção ao emprego, também foram cobradas.
Demissões, rotatividade e terceirização foram abordados, considerando a falta de funcionários e as sobrecargas que adoecem e afastam o trabalhador, foram discutidas sem que o banco se manifestasse sobre o assunto.

Para garantir avanços no aditivo, os dirigentes sindicais defendem o atendimento das reivindicações da pauta específica, tais como:

- fim das metas abusivas;
- fim das reuniões diárias para cobrança de metas;
- fim das metas para a área operacional;
- manutenção do plano de saúde na aposentadoria nas mesmas condições vigentes quando na ativa;
- realização de eleições democráticas e transparentes no SantanderPrevi;
- PLR para funcionários afastados por licença médica;
- isenção de tarifas e a redução das taxas de juros para funcionários e aposentados;
- auxílio moradia;
- empréstimo de um salário nas férias com desconto em 10 vezes sem juros, a exemplo dos funcionários oriundos do Banespa;
- auxílio academia para todos;
- licença remunerada à mulher vítima da violência;
- mudança nos procedimentos da auditoria interna e externa;
- licença não remunerada para fins de estudo;
- ampliação das informações funcionais, a exemplo da Espanha.

DEMISSÕES NO HSBC PROVOCAM MANIFESTAÇÕES EM CURITIBA.

10.11 - 16.04hs
Na região de Curitiba – PR foram 200 demissões em centros administrativos e agências, contrariando garantias do banco que em dezembro de 2013 disse não ocorreriam demissões em massa. Foram fechados três centros administrativos e nove agências, sem nenhuma manifestação do banco e as manifestações de paralisações continuam nesta segunda-feira.
Em São Paulo o CASP (Centro Administrativo SP) demitiu 60 funcionários na sexta-feira e hoje permanece fechado com 1.200 funcionários paralisados, como também estão paradas algumas agências na cidade e em Osasco.
Na região de Sorocaba foram desligados até sexta-feira, seis funcionários em sua maioria de cargos gerenciais locais e regional.

O banco apresenta dificuldades em obter lucros no país, mas isso não é culpa do trabalhador bancário.

DISCRIMINAÇÃO EM BANCOS CONTINUA!

10.11 - 16.03hs
Na mesa temática de igualdade de oportunidades ocorrida em 03.11, a Fenaban finalmente apresentou números coletados no II Censo de Diversidade realizado entre 17.03 e 09.05.14, com a categoria bancária, respeitando uma conquista do movimento sindical em 2012.
O I Censo foi realizado em 2008 e de lá para cá, pouca coisa mudou, principalmente no que diz respeito ao salário feminino, que ainda é inferior ao masculino em mais de 22%. Depois da inexplicável demora na apresentação dos dados coletados entre 187.411 bancários e bancárias, a primeira crítica que fazemos é em relação a falta de separação entre bancos públicos e privados, onde as diferenças podem ser ainda maiores.
Pouco mais de 40% da categoria profissional responderam perguntas sobre:
Opção sexual
- 1,9% se declararam homossexuais;  0,6% são bissexuais; 85% são heterossexuais; 12,4% não responderam.
- 61,6 estão casados com pessoas de sexo diferente; 1,1% estão casados com pessoas do mesmo sexo.
População Negra
- 24,7% se declaram negros, contra 19% em 2008; 74,5% possuem curso superior, contra 59% em 2008.
Mulheres em comparação aos Homens
- 82,5% das mulheres tem curso superior e acima, quando eram 71,2% em 2008;
-76,9% dos homens tem a mesma graduação, contra 64,4% em 2008;
-As mulheres recebem 77,9% dos salários pagos aos homens, quando em 2008 era de 76,4%.
- As mulheres negras são ainda mais desvalorizadas.
Pessoas com deficiência
- Deficiência motora – caiu de 61,4% em 2008, para 60,7%.
-Deficiência auditiva – subiu de 12,2%, para atuais 22,8%.
-Deficiência Visual – Subiu de 3,9%, para atuais 11,8%.
Maioria dos bancos não cumpre a cota de 5% de pessoas com deficiência, principalmente nos cadeirantes onde as mudanças no mobiliário são maiores.
Escolaridade
-95,8% dos Bancários tem curso superior incompleto e acima, contra 67,7% em 2008.
-79,6% já tem curso superior completo e acima.
Faixa Etária
Apesar de a categoria estar diminuindo algumas faixas etárias estão tendo crescimento:
-Com mais de 25 anos – de 10,4% para 14,5%;
-De 45 a 54 anos – de 19,6% para 23,3%;
-Acima d e 55 anos – de 1,3% para 6,9%;

Com idade inferior a 25 anos os bancos estão investindo nos projetos do governo e dando oportunidade aos jovens, o que representa uma grande economia em termos de folha de pagamento. Na faixa etária entre 30 e 40 anos os números tendem ser menor, daí o crescimento das demais.