quarta-feira, 31 de março de 2010

FUTSAL FEMININO BANCÁRIO ESTÁ NA FINAL DO CRUZEIRÃO



Nossas meninas jogaram a semi-final do Cruzeirão 2010 no ultimo dia 29 contra a equipe da cidade de São Roque e venceram a partida por 1 x 0, gol marcado por Bruna logo aos 5 minutos de partida.

Com uma jogadora a menos e com uma penalidade desperdiçada pelas adversárias, nossa equipe teve que lutar com muita garra para sair vitoriosa daquele confronto.

Agora é aguardar o resultado entre Mancha Verde x Cotia para conhecermos nossa adversária nesta final que promete muita emoção.

Queremos convidar todos os bancários e seus familiares para prestigiarem a partida final que será disputada por nossa equipe, afinal, estaremos representando a cidade de Sorocaba nesta competição que é conhecida nacionalmente.

Por mérito próprio nossa equipe já é finalista, o que podemos desejar agora é que façam um excelente confronto e que tragam o troféu de campeãs para nossa entidade, porque o troféu moral elas já conquistaram.

Boa sorte meninas!

Comando Nacional retoma negociação permanente com a Fenaban em abril


A retomada das mesas temáticas está entre as várias conquistas da Campanha Salarial do ano passado e integra a Convenção Coletiva de Trabalho 2009-2010. A reunião da mesa temática de Igualdade de Oportunidade retoma a discussão no dia 6 de abril seguida pela de Segurança Bancária no dia 7 e pela de Terceirização, dia 8.

O Comando Nacional dos Bancários e a Federação dos Bancos (Fenaban) definiram o calendário de reuniões das mesas temáticas de negociação permanente de Igualdade de Oportunidades, Segurança Bancária e Terceirização, agendadas para os dias 6, 7 e 8 de abril, respectivamente. A retomada das mesas temáticas está entre as várias conquistas da Campanha Salarial 2009 garantida pela greve nacional que mobilizou a categoria em todo o país pela manutenção e avanços de direitos.

A mesa de Saúde e Condições de Trabalho não foi marcada, mas deverá ser definida nos próximos dias. “As negociações permanentes através das mesas temáticas é um importante fórum de debates sobre as questões do dia a dia dos bancários em relação à falta de segurança, ao combate às desigualdades e precarização do trabalho nos bancos”, destaca Davi Zaia, presidente da Federação. “A nossa Federação terá assento em cada uma delas, sintonizando as reivindicações das bases com resultados que espelhem os anseios dos bancários”, afirma.

Antes das negociações o Comando Nacional promoverá reuniões preparatórias com os representantes das federações de bancários de todo o país para cada segmento, em São Paulo.


O calendário das negociações:

Terça - 6 de abril - 10h: Igualdade de Oportunidades
Terça - 6 de abril - 15h: Segurança Bancária
Quarta - 7 de abril - 15h30: Terceirização

As datas das reuniões preparatórias:

Segunda - 5 de abril - 14h: Igualdade de Oportunidades
Terça - 6 de abril - 9h30: Segurança Bancária
Quarta - 7 de abril - 9h30: Terceirização


Assessoria de Comunicação Feeb SP MS
Com informações do Comando Nacional dos Bancários

Caixa mantém insegurança ao negar informações sobre reestruturação


Em reunião realizada com a Caixa Econômica Federal na sexta-feira, 26 de março, em Brasília, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) mais uma vez se indignou com a falta de informações a respeito da reestruturação que está ocorrendo na empresa e suas respectivas consequências para os trabalhadores. Os representantes da Caixa apenas reafirmaram o que já é de conhecimento de todos: que todas as áreas meio serão extintas, que vai haver fusão de processos, ampliação ou redução de áreas, o que vai gerar insegurança na vida dos trabalhadores.

A CEE/Caixa questionou a empresa em relação à possível perda de gratificação de boa parte desses trabalhadores, bem como a atitude de alguns gestores, que pressionam os empregados para procurar outros locais para trabalharem, gerando mais inseguranças. A Caixa admitiu não ter como responder detalhadamente quais serão as consequências para os trabalhadores envolvidos porque, segundo a empresa, o processo está em andamento e há adequações a fazer.

De acordo com o coordenador da CEE/Caixa, Jair Ferreira, "os trabalhadores precisam se mobilizar e denunciar as atitudes truculentas da Caixa, que não está dando perspectiva para seus empregados. Essas incertezas geram um clima de instabilidade entre os colegas e isso é inadmissível". As entidades sindicais vão enviar para a Caixa um manifesto repudiando a falta de transparência da empresa e o desrespeito na forma como está conduzindo o processo em relação à gestão de pessoas.

A CEE/Caixa definiu 7 de abril como o dia nacional de luta contra a reestruturação. Nesta data, os sindicatos e entidades de todo país deverão cobrar da empresa mais respeito com os empregados, realizando atividades de mobilização.

Abaixo-assinado

Na reunião, a CEE/Caixa entregou as mais de 5 mil assinaturas recolhidas em defesa da melhoria da saúde na Caixa e contra a redução das Gipes. O documento reivindica a criação de estruturas para cuidar especificamente do Saúde Caixa e da saúde do trabalhador, desvinculadas das Gerências de Filial de Pessoas (Gipes) e subordinadas diretamente à Gerência Nacional de Saúde (Gesad).

A reivindicação é para que essas unidades específicas possuam estruturas técnicas e administrativas compatíveis com suas atribuições, eliminando-se a terceirização de atividades.

A área de gestão de pessoas da Caixa reafirmou que está fazendo um debate interno para não haver redução de Gipes. A avaliação já foi externada pelo vice-presidente de Gestão de Pessoas da Caixa, Édilo Valadares. Ele afirmou que, se depender dele, não haverá a redução das áreas, e sim a retirada das atribuições burocráticas, permanecendo as estruturas próximas dos empregados para cuidar da Gestão do Saúde Caixa e dos programas de saúde do trabalhador, de treinamento, entre outras.

Reabertura do PCS

Atendendo a uma solicitação da Comissão dos Empregados (CEE/Caixa), a Caixa confirmou a reabertura das adesões ao Plano de Cargos e Salários (PCS), que começa a partir do dia 1° e irá até o dia 30 de abril, tanto para a carreira administrativa, como para a profissional.

O salário referência da carreira profissional é 1° de janeiro de 2010. Na carreira administrativa, para enquadramento da nova tabela, será considerado o salário em 31 de março de 2010. Ficam valendo as mesmas regras de 30 de junho de 2008 para as indenizações, que variam de R$ 500,00 a R$ 10 mil. Apesar da solicitação da CEE/Caixa, a empresa não vai efetuar a correção monetária dos valores.

Programa de incentivo à graduação

A Caixa divulgou a abertura de mais 3 mil novas bolsas para que seus empregados possam custear cursos de graduação. A empresa informa que desde 2003, quando o programa foi implantado, cerca de 5.692 pessoas já foram beneficiadas pelo auxílio. Atualmente existem 3.078 utilizando a bolsa.

Cipas, exaustores e climatização

A Caixa informou que vai promover as eleições das Cipas em etapas por Gipes, devido a um problema de sobrecarga no sistema. A CEE/Caixa cobrou da empresa que o processo seja padronizado. Ficou acordado que as eleições das unidades que possuem representação serão realizadas no mês de junho, em calendário a ser negociado com as representações sindicais.

Em relação aos exaustores, a Caixa encaminhou o laudo produzido por especialistas contratados pelo Sindicato dos Bancários do Ceará para seus engenheiros e estes avaliaram que os testes apresentados não condiziam com as mesmas premissas do ambiente de trabalho.

Os representantes dos trabalhadores manifestaram preocupação com a metodologia, pois pelo laudo apresentado pelo Sindicato do Ceará, os equipamentos para exaustão são inadequados e até perigosos para a saúde de quem os manipula - empregados e clientes. A Caixa está concluindo novos laudos com dados coletados no ambiente de trabalho e vai apresentá-los na próxima reunião.

O responsável pela área de manutenção e climatização das unidades da Caixa fez um relato e um diagnóstico sobre as mudanças que aconteceram na área. Como prioridade, foi definido um plano emergencial de implantação de ar condicionado e ventiladores nas agências mais afetadas. A empresa está elaborando um projeto de longo prazo de manutenção da climatização das unidades e que mais detalhes serão apresentados na próxima reunião.

A próxima reunião de negociação está prevista para o dia 15 de abril.


Fonte: Feeb SP/MS

Bancos americanos são mais lucrativos, mas brasileiros são mais rentáveis



Levantamento da consultoria Economática aponta os bancos dos EUA como os mais lucrativos do continente americano, levando em conta somente as instituições financeiras de grande porte. Mas no país que detém algumas das maiores taxas de juros do planeta, as instituições brasileiras foram melhores em fazer seus capitais renderem, na comparação com as demais instituições do continente.

Pelo critério da Economática --ativos acima dos US$ 100 bilhões--, somente 20 bancos se encaixam nesse recorte, sendo 16 com sede nos EUA. A amostra não considera as instituições canadenses.

Dentre esses 20 maiores, os quatro mais lucrativos (base 2009) são dos EUA: Goldman Sachs, Wells Fargo, JP Morgan Chase, Bank of America. Todos eles, sem exceção, receberam ajuda do governo dos EUA durante a pior fase da crise de 2008. Os lucros oscilaram entre US$ 13,38 bilhões e US$ 6,2 bilhões.

Os bancos brasileiros vêm logo abaixo, em ordem decrescente: Banco do Brasil, Itaú-Unibanco e Bradesco, que apresentaram ganhos entre US$ 5,8 bilhões e US$ 4,6 bilhões.

Rentabilidade

A Economática também fez a comparação levando em conta a rentabilidade desses bancos, calculada pelo conceito ROE (rentabilidade sobre patrimônio), que considera o lucro da instituição financeira contra o patrimônio líquido.

A ROE é um indicador ao qual analistas financeiros dão muita atenção porque, de forma simplificada, reflete o quanto uma empresa consegue crescer sem fazer novos investimentos, usando apenas o patrimônio que já possui.

Nesta base de comparação, as instituições brasileiras se saíram melhor: Banco do Brasil (ROE médio de 34,74%), Itaú-Unibanco (24,19%) e Bradesco (23,82%) detém a primeira, segunda e terceira posição entre os bancos de maior rentabilidade, a frente de Goldman Sachs (19,82%), American Express (16,23%) e Wells Fargo (11,64%), para citar somente os melhores colocados.

Por definição, a lucratividade indica o percentual de ganho obtido sobre as vendas ou atividade e rentabilidade indica o percentual de remuneração do capital investido na empresa.

Fonte: Folha Online

segunda-feira, 29 de março de 2010

Seminário dos Funcionários do Banco do Brasil

O Seminário dos Funcionários do Banco do Brasil realizado pela União Geral dos Trabalhadores (UGT) na manhã de sábado, 27/03, na Sede Campestre do Sindicato dos Bancários de Franca, foi marcado pela oportunidade dos empregados, tanto da ativa como aposentados, debaterem com os representantes do banco o processo de incorporação da Nossa Caixa, apontarem questões onde estão ocorrendo falhas e necessitam com urgência de soluções e principalmente esclarecer dúvidas com relação ao demonstrativo de pagamento (holerith).

Pelo banco participaram Antônio Artequilino-Gerente Geral da GEPES Ribeirão Preto, Fernando Miron-GEREV Franca, Carlos Netto-Gerente Executivo da Unidade de Gestão Transitória São Paulo, Marco Aurélio-Gerente de Divisão da FOPAG Brasília e Idê Lucas, também da FOPAG.

Os trabalhadores foram representados na mesa dos trabalhos pelo Presidente do Sindicato dos Bancários de Franca e Secretário para Assuntos de Finanças, Crédito e Seguros da UGT Edson Roberto dos Santos, Gilberto Vieira-Negociador da CONTEC, Galvão Rosa-Diretor estadual da ANABB São Paulo, Rumiko Tanaka-CONTEC e Félix Afonso-Presidente do Sindicato dos Bancários de Tupã/SP.

Os representantes dos trabalhadores criticaram a maneira como foi feita a incorporação, pois vários pontos não foram negociados com o Movimento Sindical, como o enquadramento no plano de carreira do BB, que não levou em consideração o tempo de banco e nem o de função exercida na Nossa Caixa. Afirmaram ainda que também não concordam com a estagnação na carreira para quem não migrou para o BB, pois todos deveriam ter as mesmas oportunidades.
Foi cobrado do banco o desmembramento das verbas que compõem o VCPI, além de uma rápida solução para as falhas ocorridas na folha de pagamento, pois os problemas vem se arrastando desde o mês de dezembro. Os funcionários do extinto banco paulista presentes à plenária afirmaram que aguardam com ansiedade uma nova proposta do banco para a indenização da gratificação variável, pois consideram o valor de três variáveis proposto pela empresa muito baixo.

A implantação do programa BB 2.0 também foi criticado pelos funcionários, sob a alegação de que a segmentação dos clientes poderá acarretar em uma diminuição da carteira.
Artequilino, da GEPES, disse que o BB, que agora conta com 107 mil funcionários, tem uma estrutura complexa, onde tudo é superlativo, havendo por isso uma grande diversidade e que 93% do quadro funcional da Nossa Caixa aderiu ao plano de carreira do Banco do Brasil. Sobre o convênio de reciprocidade firmado entre o Economus e a CASSI, que vence no fim deste mês, a informação que foi dada ao plenário é de que o mesmo será renovado.

Carlos Netto afirmou que a participação do BB no mercado paulista, antes da incorporação da Nossa Caixa era muito tímida e que o banco já é o primeiro do estado e o terceiro na cidade de São Paulo. Disse ainda que o foco agora será a participação mais efetiva em outros países. Netto acredita que o fortalecimento do banco passa primeiramente pela manutenção e qualificação de seu quadro funcional, não cabendo portanto demissões no processo e que os comitês de ética que o banco vai implantar serão uma importante ferramenta para coibir a prática do assédio moral. Sobre este último assunto, o Sindicato cobrou uma efetiva participação dos dirigentes sindicais na formação destes comitês.
Os representantes do banco também se comprometeram a averiguar a denúncia de que a contribuição para o INSS dos pedevistas não estaria sendo recolhida.

Os membros da FOPAG reconheceram que problemas ocorreram no processamento da folha de pagamento, mas afirmaram que o banco tem atendido a todos que buscam explicações e acertos em seus holeriths. A grande dificuldade é que a demanda é maior do que a capacidade de atendimento. Mesmo assim, muitos trabalhadores presentes ao Seminário reclamaram que não obtiveram respostas para os questionamentos que foram enviados para aquele departamento.
As dúvidas deverão ser encaminhadas para: diser2.folhapag@nossacaixa.com.br.
Marco Aurélio, da FOPAG, lembrou que a validação do ponto eletrônico é muito importante e que todos os funcionários devem registrar o ponto corretamente.

O plenário questionou o fato dos funcionários oriundos da Nossa Caixa e que optaram pelo plano de carreira do BB, não terem usufruído das suas AP,s (ausências permitidas) no final do ano, pois a migração retroativa a 02/12/2009 suprimiu este direito dos funcionários.
A CONTEC buscará junto ao banco uma solução para o caso.

Ao término do Seminário, os técnicos da FOPAG ficaram à disposição dos funcionários para solucionar dúvidas relativas ao demonstrativo de pagamento, acessando o sistema SISBB diretamente do local.
Fonte: Sindicato dos Bancários de Franca e Região

sexta-feira, 26 de março de 2010

Processo de reestruturação da CAIXA será discutido hoje


O processo de reestruturação da Caixa Econômica Federal, está preocupando os trabalhadores há meses, e o Sindicato dos Bancários se reúne hoje, dia 26, com o banco para debater sobre as mudanças de resstruturação.

A Caixa se negou a passar informações e esclarecimentos para os bancários sobre esse novo processo, com isso, os trabalhadores estão inseguros por não saber qual será a mudança desta possível reestruturação nos setores.

Para a diretora do sindicato e funcionária da Caixa Econômica Federal Maria Aparecida Cassetari (Cidinha), " por questões adminstrativas o banco pode fazer as reestruturações mas, as informações aos trabalahores que sofreram o impacto deste processo são primordiais, essa attude mostraria o respeito do patronal com o trabalhador", declara.

A redução das Gipes de quinze para seis em todo país é mais uma preocupação dos bancários. Pois, além de trazer insegurança aos funcionários, essa redução traria vários reflexos negativos à gestão do Saúde Caixa.

Quanto a esta redução o vice-presidente de Gestão de pessoas da Caixa, Edílio Valadares, em reunião no último dia 18/03, afirmou que "se depender dele não haverá redução e sim a retirada das atribuções bureocráticas", afirma Valadares.
A diretora do sindicato reforça que "o Sindicato dos Bancários continuará lutando e buscando o melhor para sua categoria, fazendo com que, os trabalhadores tenham melhores condições de trabalho sempre", diz.