sábado, 29 de setembro de 2012

BANCARIO QUESTIONOU ASSEMBLEIA COM VOTAÇÃO ÚNICA. RESPOSTA:

Por falta de identificação, fui obrigado responder desta forma para que outros tomem ciência dos acontecimentos durante uma greve, em nível nacional.
Quanto aos seus apontamentos de matérias sobre a votação em separado, quero ponderar com você que:

1- chamamos a assembléia às 17 horas que era justamente para aglomerar os grevistas, enquanto os bancários que aceitaram a proposta estavam trabalhando por vários dias parados. Se a votação fosse mais tarde, os bancos privados viriam votar pelo termino da greve, aí sim seria muito injusto.

2- Não sei se você estava na assembléia, mas consultei a plenária, quanto a duvidas, quanto a leitura das propostas BB e CEF, não obtendo sucesso na "provocação", se me permitir falar assim;

3- Precisamos de uma afirmação nacional de que a proposta seria recusada. Não tenho voz nas negociações, faço parte do grupo de apoio e costumeiramente, coloco a opinião pessoal de que a forma de greve usada nos últimos anos, não me agrada. Entendo que deveríamos prejudicar os centros de processamentos dos bancos, assim nem os correspondentes trabalhariam o que forçaria o retorno dos banqueiros a mesa (Meu pensamento. Pode até ser que não funcione!)

4- Cada sindicato tem que respeitar seu limite territorial e os centros de processamentos ficam em grandes cidades, nos quais os respectivos sindicatos temem a junção de outros sindicatos em suas cidades e são os primeiros a negar este procedimento.

Temos uma imensa responsabilidade na condução deste sindicato que serviu de espelho, quando da iniciativa das divisórias que foram copiadas em todo o Brasil. Temos visibilidade nacional e nossa independência tem sido nosso maior trunfo.
Uma andorinha não faz verão. Precisamos realmente de uma conscientização nacional e parar tudo, sem a divisão de chefes e subordinados. Enquanto muitos fazem de conta ( e é nacional esta atitude) ficamos fragilizados perante um patrão que analisa o País com dois anos de antecedência.

Obrigado pela oportunidade de responder. Peço sua reflexão a respeito, as criticas são fáceis de serem feitas e arrumar um culpado e mais fácil ainda.
Um abraço
Julio

TEMOS CRITICOS ATÉ PARA A ESCRITA

Interessante como o mundo gira em torno de interesses pessoais.
Fantástico como o interesse pessoal pode “focar” o que muitos consideraram aceitável, tendo em vista a situação da categoria.
Tivemos briga por palavras escritas de forma “apressada e errada”, enquanto a campanha transcorria com suas dificuldades.
O construtivismo se baseia em orientações e aconselhamentos, para que um determinado erro ou falha não mais aconteçam.
O que temos visto em nosso blog, é um insistente critico quanto à escrita, a atitude, a maneira de ser, que não contempla suas exigências.
Agradecemos todos os apontamentos feitos e que auxiliam em nosso trabalho, mas quando eles chegam em forma de “criticas”, preferimos que seja dado nome “aos desafetos”.
Quem sabe assim possamos chegar a um entendimento!

AS MANIFESTAÇÕES SÃO NECESSARIAS

Imaginei uma forma de atrair atenção da categoria e consegui.
Durante 364 dias do ano, postamos diariamente informações que falam de nossa categoria profissional, dos desmandos patronais, de nossas pequenas conquistas em mesas especificas, das conquistas políticas e nada, nenhuma opinião dos bancários.
Precisou uma iniciativa isolada e provocadora para atrair a atenção (raiva) dos leitores de nossas paginas eletrônicas, infelizmente somente em época de campanha, para sabermos o quanto atingimos socialmente nossos representados.
Participamos da audiência publica sobre terceirização (Precarização) dos trabalhos, que estão enraizados em nossa categoria e nenhum bancário auxilia neste processo.
Brigamos contra o correspondente bancário que assola nossa categoria, principalmente em período de campanha, realizando nossas atividades com total liberdade.
Discutimos durante dois anos, providencias quanto à segurança bancária, muito defasada e fraca diante do crescimento das iniciativas criminosas e nesta campanha, traremos algo concreto na CCT.
Fechamos uma agência do BB em Sorocaba, depois de varias tentativas frustradas nos órgãos competentes, até chegarmos à peça processual inédita em nossa cidade. Outras reformas foram realizadas em nossa praça e não tivemos a felicidade de poder contestá-las judicialmente.
Demos entrada em uma peça preventiva na justiça do trabalho no inicio da greve, arquivada por falta de processos patronais. Na seqüência, o banco Santander conseguiu sua liminar e voltamos com nosso pedido, que derrubou a liminar do banco, infelizmente na reta final de nossa campanha. Segue agora uma peça por assedio praticado pela chefia contra os funcionários em greve e os que desejavam aderir a ela.
Processos de incorporação, peças jurídicas coletivas, iniciativas contra a falta de segurança, intervenções junto aos MPs, Policia Federal, MT e Emprego, nossos vereadores e as câmaras municipais de cidades vizinhas, fiscalização da Prefeitura, são outras atividades quase que diárias de nossa entidade.
Nas manifestações, pudemos apanhar varias falas contrarias ao sindicato e se pudesse falaria individualmente com estes anônimos, que esparramam o negativismo e as frustrações pessoais, tentando demonstrar força e superioridade.
Estes causam desanimo e proclamam o individualismo, colocam suas verdades como sendo as da categoria e fazem justamente o jogo patronal, que prega a discórdia através de seus braços mal pagos, disfarçados de chefias. Muitos críticos estão escondidos nesta condição. Na reforma do HSBC centro, dá nojo de lembrar o que lemos em defesa da reforma do banco. Quem defenderia uma reforma com unhas e dentes?
O insistente cancelamento sindical em massa proposto, vem de pessoas que não são vinculadas a categoria. Estes temem e sabem que quanto mais filiados maior é o poder de fogo e negociação do sindicato. É justamente deles que recebemos os rizinhos maldosos pós-greve, do tipo “ta vendo, não fiz greve e vou receber o mesmo que quem fez!” Ano que vem já ameaçam não fazer greve outra vez, é mais cômodo e fácil ficar escondido atrás do chefe.
Vemos justiça sendo feito pelo Ministro Joaquim Barbosa no julgamento do “mensalão” e se possível, deixaria nossa realidade para ser julgada por um homem como esse, acima de qualquer suspeita.
Enquanto isso não acontece, pedimos aos bancários que abram seus olhos quanto aos acontecimentos que nos cercam. Não podemos fechar os olhos e deixar as coisas acontecerem impunes.
Na política temos oportunidade de votar no próximo dia 07 de outubro e fazer justiça, elegendo políticos comprometidos com os trabalhadores e praticantes destes compromissos.
Dentro da categoria, estando atualizado pela verdade dos fatos e não pela fala mansa e covarde destes anônimos, que crescem em momentos polêmicos, como aqueles que adoram as luzes dos holofotes para mostrar sua plumagem colorida.
Apagadas as luzes dos holofotes, continuamos com a luz divina e natural, realizando nosso trabalho diário, sem prêmios, medalhas, holofotes e pior, sem a ajuda destes destemidos anônimos que não conseguem enxergar o próprio caminho!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

AOS BANCARIOS CONSCIENTES!

Lamentavelmente o que vimos nos últimos dias não agrada a mim e acredito, aos que fizeram sua parte durante a greve.
Pessoas mal informadas tomaram o direito de falar por todos, mostrando uma insatisfação medonha, baseados em sua quase nula participação.
Acreditamos no trabalho que fazemos e para tanto, pudemos contar com a valorosa participação dos grevistas que saíram as ruas, descontentes com o que recebem monetária e diariamente de seus subordinados.
Atingimos um índice que se iguala a várias outras categorias entre as 398 que já negociaram neste ano de 2012, com um diferencial muito grande e de suma importância, nossa negociação é nacional enquanto que as demais atingem no Maximo o estado.
O momento é de reflexão e não de negativismo.
Preparar o espírito para 2013 é importante, pois saibam que os banqueiros analisam as condições do País com um mínimo de dois anos, então hoje eles olham para 2014 e já têm programado o que desejam para 2013.
Tem gente querendo desacreditar a força dos bancários. Tem gente que já esta fazendo o jogo patronal de 2013.
CUIDADO COM ELE!

CRITICAS À POLITICA BRASILEIRA. ANTES ERA MELHOR?

Nossa negociação foi criticada por muitos como sendo jogo de cena.
Arriscaram dizer até qual seria a porcentagem negociada. Todos erraram!
Faz parte do plano patronal, desacreditar o órgão representativo.
O governo federal também foi muito citado, ironicamente por funcionários BB e CEF, ditos mais politizados.
A fala misturava Governo Federal e Fenaban, ou Fenaban e movimento sindical, ou movimento sindical e governo federal, insinuando que todos são “um só”!
Não tenho procuração para defender o governo, muito menos a Fenaban, mas lembro perfeitamente que o desejo do bancário era ter seu salário equiparado com o do Banco do Brasil, que por sua vez queria equiparação com o Banco Central.
Foi naquele governo que chegaram enaltecer como sendo o bom para nosso País, que durante oito (8) anos consecutivos a reposição salarial para os bancos públicos foi ZERO!
Incrível acreditar que o oposto pudesse acontecer, mas os salários maiores se nivelaram aos nossos menores salários, lamentavelmente!
Temos buscado ganho real insistentemente e com sucesso!
Será que está ruim assim?
Estamos prontos para voltar ao Governo anterior?

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

BANCARI@S

Com todo respeito que tenho pela categoria, porque faço parte dela há 37 anos, quero fazer algumas considerações que acho necessárias:

1- Uma greve tem começo, meio e fim, com a condução de um sindicato para evitar que a informação contraria derrube a mobilização.
-O começo vem da insatisfação com salário, falta de condição de trabalho, assédios, injustiças e tantos outros motivos.
-O meio é justamente a união de todas as reclamações ou insatisfações, transformadas em uma minuta de reivindicações e a entrega aos patrões, com marcação de negociações e discussões a respeito, terminadas em impasses por qualquer motivo, geralmente o monetário.
-O fim é a deflagração da greve, a mobilização de todos e as analises das contrapropostas quando feitas, em assembléias convocadas para esta finalidade.

2- A greve por si deveria resolver todos estes problemas, seja de ordem monetária ou social e é justamente para isso que elas são conclamadas, para medir forças entre quem tem e quem não tem, mas quer ter.

3- Uma greve deve ser participativa, com adesão de todos os funcionários conscientes de seu direito. É para isso que os sindicalistas se postam nas portas dos bancos, para trabalhar a conscientização daqueles que ainda não entenderam o momento e o direito a greve.

4- Uma greve participativa é com o envolvimento da categoria, qualquer ela que seja e não existe outro modo que não seja com o trabalhador atuando juntamente com o sindicato. Não existe movimento grevista onde um adere e o outro por causa do cargo ou da condição familiar, não adere.

5- Na greve devemos colocar todas as nossas frustrações, acreditar que conseguiremos avançar, melhorar a situação atual, independente de ser ela econômica ou social. Durante a greve não podemos admitir receber denuncias anônimas de cobrança metas abusivas. É sinal de que alguém que não esta fazendo greve, pede ajuda para ser mantido dentro do banco sem ter o que fazer.

6- A greve precisa de mobilidade do sindicalista, que percorre a base territorial fazendo o trabalho de conscientização, enquanto os grevistas realizam os chamados “piquetes”, necessários para impedir que outros adentrem o expediente com a alegação de que ninguém me impediu de entrar. O sindicato não tem obrigação de impedir ninguém, temos que ser conscientes do que queremos. Este piquete foi realizado somente em uma cidade de nossa base, composta por bancários conscientes de verdade!

7- As clausulas sociais são colocadas em primeiro momento nas negociações para que não se misturem com as econômicas, sabidamente contestadas em sua totalidade pelos banqueiros. Na mesa de saúde negociamos a extinção do buraco negro, quando o funcionário retorna por força da alta programada e o medico do trabalho não o considera apto. Este bancário ficava sem salário de ambos os lados. Na mesa de segurança, negociamos um pacote de providencias (porta com detector de metais, divisórias, biombos, divisórias, filmagem em tempo real, vidros blindados, entre outros) que serão colocados a prova no combate aos crimes de assalto a bancos e os conhecidos como saidinha de banco. Na mesa sobre igualdade de oportunidades, esta sendo preparado um plebiscito para provar que mulheres, negros e deficientes físicos recebem 25% menos salários que os homens.

8- Com respeito aos salários, o Comando de negociação deixou claro que não aceitaria mais diferença de índices para os funcionários ativos, que exigimos uma melhora com relação ao piso da categoria que chega ser quase a metade do salário bancário de outros países da America latina. Quanto a PLR, o pagamento será feito em duas parcelas, uma 10 dias após a assinatura da CCT e a outra no inicio do mês de março, após a divulgação dos balanços.

9- Enquanto o comando apresenta números de paralisações aos banqueiros, eles apresentam outros números com informações contrarias as nossas, dizendo que tantos bancos apontados como fechados, estão com seus códigos funcionais ativos (computadores pessoais, laptop, celulares de ultima geração) que permitem a visualização do funcionário trabalhando, dentro ou fora da agência.

10- A paralisação foi agendada fora do 5º dia útil para justamente não ajudar os banqueiros na retirada dos clientes de dentro dos bancos. Para os desavisados, nossa greve serve de laboratório para os banqueiros em saborear como a eficiência de suas iniciativas de mais de 10 anos atrás (Correspondente bancário, terceirização, internet, auto-atendimento e desunião do quadro de funcionários) atrapalham, desmobilizam e ofuscam nossa greve.

11- Não existe movimento grevista sem união. Os banqueiros são unidos em beneficio dos menores, assim os maiores se beneficiam ainda mais em termos financeiros. Em nossa categoria e ninguém gosta de falar nisso, existe uma divisão interna entre comissionado e  não comissionado, onde quem pode fazer greve é somente o não comissionado. Isso é mentira! Todos os trabalhadores podem fazer greve no mês de dissídio, como é o nosso caso.

12- O sindicalista não consegue cobrir toda uma base territorial, é preciso ajuda dos grevistas, é preciso união da categoria. Os bancos fazem uso dos interditos e chamam seus comandados a retornar ao trabalho, que aceitam calados aquele chamado. Quantas vezes falamos de nossos direitos, do uso indevido do interdito, da obtenção desta liminar na justiça que poderia e deveria agir diferente, que todos deveriam aderir às manifestações.

Nossa vida profissional é cheia de altos e baixos.
Confirmamos com tristeza, que os novos funcionários bancários não sabem de nossas conquistas históricas e acreditam que o banqueiro é bonzinho em dar todos os benefícios recebidos por eles. Lamentável!
O sindicato acaba sendo e apontado como o culpado por diversas atitudes erradas cometidas pela própria categoria, como o exemplo das demissões por justa causa em função de transações financeiras de risco tão falada e alertada pelo sindicato, mas continuam acontecendo com falhas pessoais infantis e gritantes.
Se precisarem identificar um culpado, o sindicato esta aqui para suportar o peso dela, mas como em toda a categoria, acabamos sendo o reflexo ou o espelho do que somos no dia a dia.
Acompanhei as negociações durante 30 dias e admito a existência de “ conversas “paralelas”, feitas inclusive por mim quanto a assuntos específicos, que ajudam na construção de conquistas que beneficiam a categoria.
Também ouvi comentários de que o índice já estava negociado e por nossa infelicidade, o que falaram era melhor do que o proposto. Existe um interesse maior em tudo isso e vem de encontro com a realidade da falta de instrução ser benéfica para a política.
Em nosso caso a informação destrutiva é o caminho da desunião.
Respeitosamente quero dizer a todos os leitores, que o anonimato cria verdadeiros monstros, que tiram proveito dele para externar o que de  ruim guardam em seu interior.

Quero com a graça do bom Deus, nas próximas greves, não ouvir mais:
 “ “Vou entrar porque sou chefe”;
 “Não posso fazer greve porque meu chefe não deixa”;
 “A greve tem que durar 12 dias para dar tempo de ajudar o pedreiro em minha casa”;
 “Vou pescar e não quero nem saber da greve”;
“Quem deve fazer greve são os caixas”
E a pior das besteiras:
 “Boa sorte para vocês do sindicato na greve”.
Quero também cruzar o caminho dos bancários durante uma greve e não vê-los de cabeça baixa, seja de vergonha ou medo. A decisão é de cada ser humano e eu respeito

O conteúdo deste texto é de minha inteira responsabilidade, escrito sem a leitura ou concordância de nenhum membro da diretoria deste sindicato
Julio Cesar Machado
Bancário há 37 anos
Presidente do Sindicato dos Bancários de Sorocaba e Região

terça-feira, 25 de setembro de 2012

RELATO E DESESPERO COM DESEJO DE SUICIDIO DENTRO DO SANTANDER NA REGIÃO DE SOROCABA

Lamentavelmente recebemos vários relatos de pressões e pressões exercidas pelo banco ou seus comandantes regionais.
Relatos de cobranças de metas por hora ou até em menor tempo, somando 10, 12 e até 15 cobranças por dia.
Quanto à greve, os chamados foram feitos e confirmados pelo senhor Maurilio, de posse do interdito que não obriga ninguém retornar ao trabalho.
As metas só se tornam abusivas quando aceitamos mês à mês seu aumento sem contestação e a greve serve justamente para isso, se existe descontentamento, cruze os braços e pare de trabalhar é seu, meu, nosso direito. Porem em algumas situações a preocupação é com a vida do ser humano, quando este em atitude de desespero, afirma ter vontade de cometer suicídio.
No relato abaixo, fica claro o desespero do bancário denunciante a ponto de querer tirar a própria vida:
Hoje no comitê da manhã do Banco Santander, ou melhor massacre matinal do Santander, fomos informados que somente poderemos aderir a greve caso os funcionários do caixa aderirem, ....
(Grande mentira! A greve é direito de qualquer trabalhador e em especial dentro da campanha salarial)
.....ou melhor que os caixas pensem bem se irão aderir a greve, pois a culpa da greve são dos caixas,.....
(Outra mentira! Todos temos direito em participar de uma greve e ela não é culpa de ninguém, é a demonstração de insatisfação com algo ou com alguém!)

... sou gerente comercial do Santander e não agüento mais somos tratados como Robôs, não sei se sou gerente, vendedora de rua ou atendente de telemarketing,...
( somos pagos para executar uma função e se ela esta sendo extrapolada, ou esta faltando funcionários ou é caso de assedio moral)


 ...favor visitarem e ouvirem os relatos de nos gerentes da Regional Sorocaba, vocês são nossa única esperança, visitem as agencias de Sorocaba, São Roque, Votorantim, Mairinque e Piedade, mas nos ouçam por favor,....
(Temos diretores do banco Santander liberados. Conversem com eles via fone ou denuncia anônima, dando detalhes importantes para nossa atuação)

.... estou desesperado a ponto de querer me matar....
(Neste ponto quero encarecidamente pedir que nos procure e não perca tempo pensando nisso. Podemos ajudar inclusive com psicólogo para evitar qualquer loucura)

...todo dia me sinto um lixo, me tratam como um lixo se não entrego a meta....
(Este é o ponto critico em que nos encontramos. O banqueiro com toda sua arrogância e esperteza, esta pregando a individualidade entre os trabalhadores bancários e cada qual defende seu território ou sua permanência no banco, o que é ruim. O certo é manter a união de todos para evitar principalmente o assedio moral, do qual provavelmente você esta sendo vitima)