quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

DISCUSSÃO JURÍDICA NO SINDICATO


Vários foram os pontos que proporcionaram horas de discussões entre os integrantes da diretoria do sindicato, envolvidos com nossos assuntos jurídicos, mostrando urgência de atuação por parte do movimento sindical.

Do cotidiano cancelamento de férias e não pagamento de horas extras, da saúde com muito trabalho e assédios diários, do profissional com metas abusivas e a insegurança no emprego, são assuntos importantíssimos para a manutenção do bem estar da categoria que, foge o controle quando as administrações empresariais visam apenas lucros e posição no ranking nacional.

Sofrem os trabalhadores que se calam pelo medo do desemprego, adoecem pelo excesso de trabalho, abandonam suas famílias por estes motivos e pior, não comunicam ao sindicato as atrocidades patronais, deixando a cargo dos sindicalistas uma função que só se percebe presenciando.

Estamos preparando mutirões de atuação, processos judiciais, envolvimento político e outras providências que se fizerem necessárias para erradicar as injustiças e punir os opressores, já que, uma boa parte dos problemas cometidos tem origem local, como perseguição, mau querer, atritos pessoais e outras picuinhas.

VOCÊ CORRE RISCO DE DESEMPREGO – CONTESTE! – LIGUE 32292993

Diariamente somos submetidos a uma saraivada de metas, no geral todas abusivas e deixamos de lado algumas especificidades profissionais que estão custando nossos empregos.

Quantos bancários foram demitidos nos últimos anos em nome da globalização, da informática e contra a “modernidade” nada se faz, porém, a informatização foi criada para auxiliar, facilitar o trabalho e não ocupar a mão de obra humana.

Mas ainda assim esta é a pior parte, quantos terceirizados trabalham diariamente em nossas agências, com a conivência dos gerentes, auxiliando no atendimento ou vendendo os produtos do banco sem que nada se faça contra este “roubo de função”?

Quantas empresas brotam do próprio quadro de funcionários do banco (recém demitidos ou parentes próximos) que começam atuar dentro das agências, por facilidades administrativas ou de incentivos pessoais?

Quantos jovens amparados por “acordos” entre governo e banqueiros, atuam diariamente nas agências com o rotulo de “aprendizes”? Alias aprendiz do que? Se mal temos tempo para trabalhar, quanto mais explicar para alguém como à coisa funciona?

Vejamos o que fala o CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR BANCÁRIO, na Resolução nº. 002878, de 26.7.01 do Banco Central do Brasil no Artigo15º - Parágrafo 2º: (este é apenas um dos parágrafos)

“A prestação de serviços por meios alternativos aos convencionais é prerrogativa das instituições referidas no caput, cabendo-lhes adotar as medidas que preservem a integridade, a confiabilidade, a segurança e o sigilo das transações realizadas, assim como a legitimidade dos serviços prestados, em face dos direitos dos clientes e dos usuários, devendo, quando for o caso, informa-los dos riscos existentes”.

Algumas atitudes precisam ser tomadas de dentro para fora. Os Gerentes não admitem mas é necessário contestar certas orientações até para preservar a segurança dos clientes, ou estes não importam mais para os bancos!!

Denuncie a existência de apadrinhados ou prestadores de serviços que tomam nossas vagas de trabalho!

Foto: Dra. Caterine, os diretores do Sindicato e o presidente

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