quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Ganhador da cesta da farmácia do sindicato


Na última segunda-feira (20) os diretores do Sindicato Toninho, João Mascheto e o responsável pela farmácia Lages, realizaram a entrega da cesta da farmácia do mês de setembro. O ganhador foi Marcos Antônio Puglia Martins, aposentado do Banco do Brasil.
A entrega foi realizada na farmácia do sindicato e o ganhador Marcos dissse que vai continuar comprando. "Os preços da farmácia são ótimos e vou continuar comprando para poder concorrer a outra cesta desta", disse o ganhador.

Se você ficou com vontade de levar para casa esta linda cesta recheada de produtos da farmácia do sindicato, é só fazer compras acima de R$30,00 e preencher o cupom. Aí é só aguardar o sorteio e contar com a sorte!

Transitoriedade de remoções gera adicional de transferência a bancário

No período de sete anos em que trabalhou no Banco Santander, na década de 90, no Paraná, um gerente prestou serviços em diversas localidades e foi transferido de agência duas vezes. Avaliando que essa movimentação caracterizou a transitoriedade das remoções, a Seção I Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou (não conheceu) os embargos da empresa, em que pretendia se isentar do pagamento de adicional de transferência ao bancário.

A Primeira Turma do TST havia também rejeitado o recurso do Santander contra decisão desfavorável do Tribunal Regional da 9ª Região, motivo pelo qual o banco interpôs os embargos, alegando que a decisão contrariava a Orientação Jurisprudencial nº 113 da SDI-1, uma vez que o TRT reconheceu que as transferências do empregado ocorreram em caráter definitivo e não provisório.

Contrariamente a esse entendimento, o relator do recurso na Seção de dissídios, ministro Horácio Senna Pires, informou que a referida OJ enuncia que “o fato de o empregado exercer cargo de confiança ou a existência de previsão de transferência no contrato de trabalho não exclui o direito ao adicional. O pressuposto legal apto a legitimar a percepção do mencionado adicional é a transferência provisória”.

Esclareceu ainda o relator que o TRT não fez nenhuma afirmação a respeito do caráter das transferências. Disse ele: “das muitas localidades em que o empregado trabalhou, foram reconhecidas como verdadeiras remoções, com alteração de domicílio, as ocorridas de 31/12//92 a 31/01/98 e de 1º/02/98 até a rescisão contratual”, ocorrida em outubro de 2000. “Aí a evidência da transitoriedade das transferências, duas no espaço de sete anos e dez meses”.

O voto do ministro Horácio foi aprovado por maioria, tendo o presidente da SDI-1 e do TST, ministro Milton Moura França, manifestado opinião divergente. (E-ED-RR-1012100-83.2002.5.09.0014)

(Mário Correia)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Não é impossível conseguir 11% de reajuste salarial


Nos últimos dias a mídia divulgou que os metalúrgicos conseguiram um 10,81% de reajuste salarial. Isso corresponde que, mais de 40 mil trabalhadores metalúrgicos vão receber no primeiro semestre 6,5% de aumento real mais reposição da inflação de 4,29%. A principal característica desta categoria é a união dos funcionários em reivindicar melhores condições de trabalho e um salário mais digno.


A categoria bancária este ano reivindica 11% de reajuste salarial, índice que foi rejeitado pelos banqueiros na última mesa de negociação nos dias 15 e 16 de setembro. O sindicato dos Bancários não acha que conseguir este índice é impossível, muito pelo contrário, é possível ter o reajuste salarial de 11%, basta acreditar e se mobilizar. É muito importante que a categoria se una com seu representante legal, o Sindicato dos Bancários e faça valer seus direitos mostrando a força do trabalhador brasileiro.

A categoria metalúrgica conseguiu um índice importante para sua história, agora é hora da categoria bancária também fazer sua história e impor o respeito que lhe é merecido.

Outro banco é preciso : funcionários em primeiro lugar

Acontece amanhã (22) em São Paulo a rodada de negociação de contra proposta dos banqueiros e o presidente do Sindicato dos Bancários Julio Cesar Machado estará presente representando Sorocaba e Região e lutando pelos direitos da categoria.

Nas últimas negociações os banqueiros só mostraram a falta de respeito com a categoria em não atender as reivindicações propostas pelo sindicato. Reivindicações básicas como: melhores condições de trabalho, fim do assédio moral e das metas abusivas, mais segurança e um salário digno. Essas são reivindicações que no mínimo, qualquer empregador deveria propor para seu funcionário. Principalmente os bancos, instituições financeiras onde, os funcionários são os principais responsáveis pelos lucros estrondosos que a cada ano, são divulgados com louvor pelos banqueiros que, disputam cada vez mais, qual banco é o melhor.

E o funcionário que trabalha sob pressão diariamente, que fica adoecido pelo assédio moral que sofre por conta de uma gerência que visa cada vez mais o patronal e que, acaba esquecendo que ele também é funcionário como qualquer outro? Onde fica a responsabilidade social do banco com seu funcionário que é o principal responsável pelos lucros cada vez maiores dos bancos?

Este ano o slogan da Campanha salarial dos Bancários é: OUTRO BANCO É PRECISO - PESSOAS EM PRIMEIRO LUGAR. O significado deste slogan é simples e de entendimento de todos, pois, a categoria bancária está sofrendo na pele a falta de respeito dos bancos discriminando negros, portadores de mobilidades especiais e fazendo diferenciações salariais que não deviam ter.

Portanto categoria, OUTRO BANCO É PRECISO e é por isso que o Sindicato dos Bancários de Sorocaba e Região está lutando. É preciso um banco mais consciente de que os funcionários são muito mais preciosos do que uma simples colocação no ranking dos bancos que mais lucraram. Os banqueiros precisam se conscientizar que o funcionário está em primeiro lugar.

Por isso é importante a participação de todos para que o Sindicato e o Comando Nacional possam mostrar para o banqueiro a força da categoria unida.




MOBILIZE-SE E LUTE PELOS SEUS DIREITOS!

ATENÇÃO FUNCIONÁRIOS DA CEF






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BB nega tudo, como Fenaban


O Banco do Brasil adotou o mesmo discurso da Fenaban na segunda rodada de negociação específica, realizada na última sexta-feira, dia 17. Os representantes do banco negaram toda a pauta de reivindicações: emprego, cláusulas sociais, pontos relacionados aos funcionários egressos dos bancos incorporados (entre eles, a Nossa Caixa), remuneração e PCS. “Sequer responderam, como prometido, as questões de saúde e condições de trabalho, como o assédio moral, debatidas na primeira rodada, realizada no último dia 2”, protestou José Luiz Barbosa, membro da Comissão de Empresa dos funcionários pela Federação de SP e MS, presente na mesa.

No que se refere ao processo de incorporação da Nossa Caixa, cabe destacar, abordaram tão somente um ponto: gratificação variável. E apenas para reafirmarem a mesma proposta de anos anteriores de que a indenização permanece a mesma, três anos; os sindicatos reivindicam 10 anos. Quanto ao programa de remoção das portas giratórias, o Comando Nacional reivindicou novamente a suspensão.

Para o presidente do sindicato de Campinas, Jeferson Boava, que participou da rodada representando os funcionários de bancos incorporados da base da Federação de SP e MS, o banco mais uma vez só enrolou. “O BB deixou claro a falta de compromisso com o processo de negociação. Não bastasse o fato de negar tudo, o banco não cumpriu até agora o que prometeu no ano passado. Quer dizer, o PCCS, que envolve questões com jornada de 6h, fim da lateralidade, melhoria do piso da carreira, fim dos descomissionamentos por GDC e crescimento horizontal na função, entre outros pontos, não saiu do papel. E o plano odontológico não passa ainda de um protocolo de intenções, pois ainda não foi implantado”.

Jeferson avalia que o Banco do Brasil frustra os funcionários ao não adotar medidas concretas. “O BB cria expectativas internas, porém não consolida nada. Não resta outro caminho que não seja o da mobilização dos funcionários, ao lado da categoria em todo o país”.

Já para a diretora Sonia Regina Dell'Amo, funcionária do BB do Sindicato dos Bancários de Sorocaba e Região, a união da categoria é fundamental. " É preciso que todos os funcionários do BB se conscientizem que a união nesta campanha é primordial para mostrarmos a força da categoria aos banqueiros e, impor respeito pois, eles só mostram-se irredutíveis em cada rodada de negociação", diz Sonia.


Nova rodada – O Comando Nacional e o BB voltam a se reunir nesta quinta-feira, dia 23, às 16h, em São Paulo.

Feeb SP MS com informações do Seeb Campinas

Caixa Federal não apresenta proposta


Na mesma linha da Fenaban e do Banco do Brasil, a Caixa Federal não apresentou nenhuma proposta na terceira rodada de negociação, realizada na última sexta-feira, dia 17. Na pauta, dois pontos: remuneração e correspondente bancário. No que se refere à remuneração, a Caixa informou que vai aguardar a posição da Fenaban. Quanto ao correspondente, disse que está em “consonância” com o sistema financeiro e pretende expandir por esse caminho. “A lógica, a postura da Caixa é privatista”, avalia Gabriel Musso, diretor do Seeb Campinas e representante da Federação dos Bancários de SP e MS na mesa de negociação. Ainda sobre o correspondente bancário, o Comando denunciou a presença de funcionários dessas empresas dentro das agências, inclusive em Campinas. Os representantes da Caixa disseram que não existe orientação nesse sentido e o gestor que adotar esse procedimento deve ser punido.

Funcef – A caixa informou que o Conselho Diretor já aprovou a fusão do REB com o novo plano. Aguarda, no momento, análise do Ministério da Fazenda.

Rodada – A Caixa volta a se reunir com o Comando nesta quinta, dia 23.


Feeb SP MS com informações do Seeb Campinas