terça-feira, 16 de dezembro de 2014

COMO UMA VEIA ENTUPIDA.

16.12 - 12.52hs
Uma veia coronária tem suas funções e não pode falhar, assim como o transito em uma avenida ou em uma estrada que foi projetada para escoar o fluxo de carros.
Faço estas comparações para abordar o serviço bancário, como poderia fazer de qualquer outra profissão. Nas últimas décadas estamos vendo nossa profissão perdendo vagas de empregos para terceirizados e maquinas, desvalorizando por completo o que já foi uma das mais importantes categorias profissionais do planeta e hoje vive tempos difíceis.
As dificuldades ficam no campo da lucratividade das instituições financeiras, sempre crescente e independente de o que causa na sociedade.
Quando perdemos uma vaga de emprego, dentro de qual banco for, existe sempre um desequilíbrio, uma descompensação e outros são obrigados se desdobrar, causando lentidão no atendimento, tal qual uma avenida ou uma veia obstruída.
Para todos os três casos existem uma única forma de procedimento, que é a atuação de pessoas ligadas aos respectivos assuntos, colocando a mão na massa.
Para as avenidas obstruídas um guincho, para as veias do coração um cirurgião e para a lentidão nos bancos mais funcionários.

Dinheiro nunca foi problema, basta o banco querer e cumprir com seu papel social, que é gerar empregos e não contribuir com a informalidade, demitindo trabalhadores diretos e contratando escritórios ou terceirizados com baixos salários, para a execução das funções básicas, que no passado eram nossas.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

PORQUE DENUNCIAR É IMPORTANTE!

15.12 - 16.43hs
Vários acontecimentos passam despercebidos por aqueles que deveriam tomar providencias.
É assim com a polícia, com a política, com a saúde, com empresas, com chefias, enfim é por causa da falta de informação que coisas graves acontecem.
Dentro dos bancos não é diferente!
Quando de um acontecimento prejudicial ao trabalhador, às reações nunca são iguais, uns sentem mais que outros.
Num caso de assalto, por exemplo, as reações podem aparecer horas, semanas, meses mais tarde e quanto mais demorado o tempo, menor a possibilidade de comprovar ao banco uma síndrome do pânico ou qualquer outra enfermidade que seja originada por ele.
Vitimas de assaltos ou sequestros, costumeiramente são demitidos pelos bancos e os sintomas que aparecerem pós-demissão, podem ser discutidas somente em juízo. Em alguns casos, o ex-bancário não sabe o porquê de suas atitudes ou das mudanças que sofreu em seu psicológico, que podem ser originários de um crime vivenciado por ele enquanto trabalhava no banco.
Alguns tratamentos duram meses e até anos.

Como não somos iguais, queremos pedir para que as ocorrências sejam relatadas, como assaltos, sequestros, explosões, assédios, defeitos em ar condicionado, excesso de jornada, qualquer irregularidade. Nossa saúde é única, não vamos desperdiça-la! 

QUEM UM SINDICATO REPRESENTA?

15.12 - 16.42hs
Alguns trabalhadores perguntam quem são os representados de um sindicato?
Na categoria bancária afirmamos que todos os trabalhadores são representados pelo sindicato!
Infelizmente os bancos pregam o individualismo entre seus comandados e alguns acabam se sentindo mais patrão do que trabalhador, mas independente de cargo ou função nosso sindicato defende a todos, indistintamente.
O individualismo só interessa ao patronato, que manipula isoladamente a todos, cobrando mais de uns que de outros, exigindo uma produtividade absurdamente abusiva de todos e tratando alguns com diferentes pesos e medidas. Como o coletivo esta prejudicado, cada qual corre com suas obrigações e desconhece o que acontece com o outro e assim a produtividade vira nosso pior carrasco, que mesmo produzindo o funcionário acaba demitido, pois desrespeita ordens da própria instituição na ânsia de cumprir o que lhe foi pedido.

Do menor ao maior cargo dentro de um banco, o único representante de todos é o sindicato, sem privilégios!

VISITA A SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO BB EM ITAPETININGA – SP

15.12 - 16.40hs
Com a finalidade de conversar sobre a nova agência BB de Tatuí – SP, os diretores Sonia Regina Dell’ Amo e Julio Cesar Machado visitaram a Superintendência Regional de Itapetininga – SP no último dia 11.
A conversa girou em torno da porta automática instalada naquela agência bancária, que não possui o detector de metal. O Superintendente Gyowani Stocco informou que o banco seguiu a lei municipal, que realmente fala em porta automática, somente.
Como a lei não esclarece que as portas deveriam possuir os detectores de metais, solicitamos ao Presidente daquela Câmara Municipal, Senhor Osvaldo Laranjeira Filho que fizesse a devida mudança, em benefício da população e dos trabalhadores que frequentam aquela agência. O Projeto de Lei que altera o texto da lei municipal será votado no início de 2015. Pedimos ao Superintendente que providencie a instalação do detector com a maior brevidade possível, já que aquela agência é a única na cidade sem este dispositivo de segurança.
Tivemos oportunidade de abordar outros assuntos de interesse coletivo, como o “Duelo de Titãs” que seria o confronto das duas agências da cidade, considerado por nossa diretoria como um tipo de Ranking, pois uma seria vencedora e logicamente a outra perdedora. “Não podemos admitir que os colegas se enfrentassem coletivamente, expondo os perdedores por consequência da vitória da outra equipe” comentou Sonia, funcionária do BB.
Outro assunto abordado na conversa foi o acordo assinado pelo movimento sindical, que obriga o banco contratar um mínimo de 2.000 trabalhadores para o período 2014/2015. Diferentemente da CAIXA que contratou pouco mais de 3.500 trabalhadores neste ano, o BB  contratou poucos e com um acordo coletivo assinado, queremos garantir um mínimo de 2.000 já que as agências estão carentes de funcionários em todo o território nacional. “O Banco do Brasil não está engessado, ele poderá contratar quantos funcionários necessários, respeitando o mínimo acordado entre as partes. Melhor um número mínimo de contratações, que nenhuma”, afirmou Julio que tem participado das negociações nos últimos anos.

Acreditamos que a conversa tenha sido produtiva para ambas as partes e que o bom relacionamento seja preservado, em benefício de todos os trabalhadores e em qual cargo for.

sábado, 6 de dezembro de 2014

PERSEGUIÇÕES E DEMISSÕES. OS BANCOS VIRARAM COMÉRCIO DE GENTE!

06.12 - 13.35hs
Já faz muito tempo que os bancos não prestam aquele serviço que estávamos acostumados.
Também já faz muito tempo que banco deixou de ser banco! Virou comércio de pessoas!
Os mais experientes estão sendo dizimados, exterminados, através de demissões, Planos de Demissão Voluntária (PDVs), rodízios e sendo substituídos por jovens que desconhecem por completo a categoria de que participam.
O Banco HSBC suspendeu as demissões que assolavam seu quadro funcional, em acordo feito com o movimento sindical até o mês de janeiro/15. O Santander já vem limpando seu quadro há algum tempo, o Bradesco também segue a linha e toda semana tem alguém demitido e o Itaú, que tem demitido por justa causa em situações não tão graves, em nossa opinião tem sido o vilão do momento.
Um superintendente foi desligado nesta ciranda pretensiosa dos bancos, que visaram altos salários e proximidade do tempo de aposentadoria. Outro superintendente, que deveria medir o que fala, diz que nós funcionários somos peças descartáveis de uma engrenagem, que ao menor sinal de desgaste devem ser substituídos, ou demitidos! Com toda certeza o primeiro mencionado neste parágrafo não pensa dessa forma!
ACREDITE EM MIM, UM DIA VOCÊ VAI ME AGRADECER! E assim mexe-se com o coração alheio, com sentimentos, com o ser humano, com o profissional, carreira, pretensões, com vidas!
As peças descartadas são substituídas por novas, que serão substituídas na sequencia e nenhum treinamento adequado, nenhuma sensibilidade, nenhum reconhecimento.
O banco virou comércio de pessoas, produziu está dentro, falhou está fora. Vendeu foi promovido, não vendeu perdeu o emprego.
Hoje, o bancário que não empurrar produtos nos clientes é taxado como defensor deles e demitido na sequencia.
Qualquer que seja o mérito conquistado cai por terra na primeira troca de gestor, pois quem chega não conhece quem está ou quem faz e se possível traz seus escudeiros para substituir os desligados ou os que serão demitidos.
Com o sentimento ferido, muitos abandonam o campo de batalha bancário para nunca mais voltar e o coração valente, que brigou inúmeras vezes e que amou a parceria de anos, ficou somente com a lembrança de bons tempos.

 Isso não vai apagar nunca!

DENUNCIE AS MÁS CONDIÇÕES DE TRABALHO À QUE VOCÊ TEM SIDO SUBMETIDO!

06.12 - 13.34hs
Mau funcionamento do ar condicionado, excesso de jornada, função incompatível com o salário, submissão a terceirizados, trabalho fora de hora e fora do banco, transferências para regiões distantes, assédios, todas estas situações são danosas ao ser humano e pode trazer doenças graves ou limitações profissionais.
O expediente dos bancos tem sido os mais diversos e os gestores maldosamente procuram o ponto fraco do trabalhador para oferecer a ele o que de pior tem a disposição e se possível, transforma-los em joguetes, empurrando o trabalhador de um lado para outro, causando o descontentamento profissional que provoca o pedido de demissão.
Os menos capazes de gerir uma empresa ou uma instituição financeira agem dessa forma e procura prejudicar quem goza de estabilidade, qualquer ela que seja para alcançar suas pretensões e que são perceptíveis a olho nu, crescer na entidade e ser condecorado à custa de outros, tão capazes ou melhores que o próprio.
Alguns pressionam as mulheres, exigem o máximo e mais um pouco, expondo-as a viagens e prejudicando o relacionamento pessoal com marido e filhos. São poucas as que conseguem se dedicar inteiramente a empresa e mesmo assim são desvalorizadas, que seja simplesmente pelo salário inferior ao do homem, sem falar na dupla jornada.
Isto é real e não se trata de defender um e atacar outro, como costumam alegar os agressores.
Temos poucas oportunidades de emprego, muito trabalho, muitas metas, poucos trabalhadores e agindo desta forma o quadro de funcionários acaba adoecendo e alguém vai ter que trabalhar dobrado e assim o gestor exagera na carga aos demais e novos afastamentos são provocados ou o pedido de demissão e mais pressão e mais doenças, um circulo vicioso interminável.
Se o banco analisar o quadro atual, verá que pessoas inexperientes estão prejudicando o andamento da instituição financeira e que maus resultados são os frutos do futuro. Sem frutos não existe colheita e sem a colheita não existe lucro.

O gestor de visão curta também tem uma vida profissional curta e na sequencia, não será recomendado a outras instituições. Vai ter que procurar outra função na vida!

MULHERES E FILHOS! INCOMPATÍVEIS COM O TRABALHO?

06.12 - 13.33hs
Muitos gestores se pronunciam contrários à contratação de mulheres em virtude da condição feminina de ser mãe, que parece doença contagiosa ou um mal a ser combatido.
Quem já administrou um departamento ou uma empresa, sabe que a gravidez deve ser respeitada, afinal é um privilégio das mulheres e é por intermédio delas que iniciamos nossas vidas.
Alguns bancos têm colocado bancárias para viajar diariamente, mesmo estando no período de amamentação e após o retorno ao trabalho pós-licença maternidade.
Este tipo de gestão trará prejuízo à empresa, que sofrerão processos judiciais quando do desligamento ou do pedido de demissão das jovens mães que estão sendo apartadas de seus filhos precocemente.  
Algumas mulheres confessam que deixaram seu relacionamento pessoal em favor do profissional, enquanto outras começaram ser perseguidas após a chegada dos filhos, justamente por chefes de famílias que deveriam pensar antes de tomar atitudes que prejudicam mãe e filho.
Alguns gestores se gabam de ter duas ou três faculdades, mas não conseguem administrar pessoas e com toda certeza devem ser péssimos companheiros no relacionamento pessoal, o que não exclui gestoras femininas que conseguem ser piores que os homens e já tivemos denuncias de assédios neste sentido.

Vamos ser conscientes e analisar as consequências causadas aos demais colegas de trabalho, pois amanhã a situação pode se inverter e quem estiver dando as cartas poderá ter boas lembranças daquele que um dia, no mínimo foi humano no relacionamento pessoal e profissional!