sábado, 18 de janeiro de 2014
QUANTO CUSTA TEU SILÊNCIO?
Você foi contratado pela empresa para prestar serviço e houve um acordo de salário.
Nem sempre o acordado é cumprido e em geral, o serviço é sempre maior que o esperado.
Quando do acordo também não falaram em comprar teu silêncio e é aí que mora o perigo!
A constante cobrança de metas impede o bom relacionamento, que ao menor sinal de insatisfação do chefe para com um dos comandados, os demais se afastam dele, conscientes ou não. Vemos isso todos os dias e independe de tamanho do banco!
Depois os excessos, as doenças ocupacionais, o ambiente de trabalho inadequado, as constantes reclamações dos clientes justas em meu ponto de vista, o medo do desemprego, os assédios moral (inferior, em nível e superior) e o sexual.
Calar-se frente os erros e injustiças alimentam os erros, perdura o medo e proliferam os maus profissionais. Um profissional assediado moralmente ao se tornar chefe vai querer ser melhor que o seu superior e fatalmente cometerá outros assédios piores.
Trabalhar em um ambiente inadequado também é um erro duplo, o da chefia que não tomou as providencias necessárias e o dos comandados, que aceitaram calados. Os funcionários mais experientes devem tomar a frente nos casos omissos, pois já viveram outras situações e sabem onde tudo termina, em demissão!
Não aceite as pressões calado. Denuncie seu algoz! Ele poderá estar com os dias contados!
18.01 - 13:01 hs
ASSÉDIO MORAL INFERIOR, EM NÍVEL E SUPERIOR.
O assédio moral já está bastante falado e é velho conhecido da categoria bancária.
Mas ainda existem algumas variações nos assédios, que são desconhecidos e provocam muitos danos ao quadro funcional e que vale comentar:
ASSÉDIO INFERIOR
É quando o chefe é vitimado pelo subalterno. Uma afirmação de perseguição ou agressão verbal que não existiu, por exemplo. O suposto assediado procura por aqueles que por vários motivos não gostam do superior e relata ter sido injustiçado. Ele imediatamente ganha a simpatia e a parceria dos demais nas acusações contra seu superior. Este caso é comum quando o assediador deseja ocupar o cargo do assediado!
ASSÉDIO EM NÍVEL
É quando vários trabalhadores que ocupam uma mesma função precisam mostrar trabalho.
Em linhas gerais existe sempre aquele que não mede conseqüências, mesmo que em prejuízo dos demais. Neste caso, o ganancioso tira proveito da inocência ou falta de experiência dos demais e leva informações distorcidas a chefia, expondo conscientemente nomes e situações que desagradam à empresa. Com requintes de crueldade e dando ênfase a supostos erros, provoca a demissão daquele que por capacidade própria teria condições mais que suficientes para ser o futuro chefe. É a eliminação do suposto inimigo que fará sombra ao assediador no futuro!
ASSÉDIO SUPERIOR
Este é o mais conhecido. Neste caso a chefia esparrama seu veneno por entre seus comandados, impedindo a união do grupo, criando panelinhas, isolando quem deseja prejudicar e não fazendo seu trabalho com clareza. Na insegurança, o grupo tende ficar refém daquele que parece dominar a situação, mas ao menor sinal de perigo ou uma cobrança mais firme do banco, é o primeiro a sugerir demissões dos demais na tentativa de manter o seu emprego. Este mau caráter em geral não sabe trabalhar e não sabe da missa a metade, pois gasta seu tempo bajulando a chefia superior e só sabe culpar os demais.
Você com toda certeza já viu as três situações acima e se ainda esta empregado pode se considerar uma pessoa de sorte, pois com toda a certeza esteve na situação de alvo de alguém que subiu as suas custas, tirando proveito do seu suor para conquistar a confiança da chefia.
Fique atento!
18.01 - 13 hs
ESTAMOS PREPARANDO NOVOS METODOS INFORMATIVOS.
Precisamos chegar a todos os trabalhadores com nossas informações a respeito dos bancos e da política no país.
O excesso de trabalho não permite uma conversa franca e objetiva com o trabalhador, que tem sempre uma prioridade profissional e não permite um espaço de tempo para interpretar a realidade dos fatos.
Pensando nisso, alem do informativo mensal, do site e do blog, estamos dando inicio aos informes via email semanalmente, prestando contas do trabalho desenvolvido pelo movimento sindical dentro de sua empresa ou em outra, que poderá trazer reflexos negativos no futuro para todos os demais bancos.
O sistema informativo via torpedo também está sendo providenciado e através deles queremos dar noticias rápidas, que podem fazer diferença no dia a dia do trabalhador.
Novas parcerias educacionais estão sendo iniciadas, para benefício do bancário e de toda a sua família.
Participe e faça uso da estrutura sindical. Não estamos aqui para propiciar somente lazer, fazemos um trabalho serio voltado para o lado social, sempre.
18.01 - 13 hs
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
ADOECIMENTO DO TRABALHADOR BANCÁRIO. CRIADO GRUPO DE TRABALHO EM 2013.
Conquista para nossa convenção coletiva, o grupo de trabalho formado por bancários e banqueiros foi instalado no dia 07 de novembro de 2013 e pretende dar luz a verdade diante as dificuldades vividas pelos funcionários bancários no dia-a-dia.
Os números de 2012 já são assustadores e podem não refletir a verdade já que muitos pedidos de afastamentos médicos são negados diariamente pelo INSS. Consta que oficialmente mais de 21.000 bancários foram afastados naquele ano, sendo 5.511 por LER/DORT e outros 5.425 por transtornos mentais /comportamentais.
Estima-se porem que os números de afastamentos cheguem próximos dos 60 mil, devido as negativas do INSS e está cada vez mais difícil de os bancos negarem sua responsabilidade social.
Cabe a cada trabalhador analisar sua condição de trabalho e denunciar as agressões a que são submetidos, como o excesso de cobranças, como o ambiente impróprio para o trabalho, como os assédios, entre outros.
08.01 - 17:49
VALE CULTURA PARA BANCÁRIOS QUE GANHAM ATÉ 05 SALÁRIOS MÍNIMOS (CLAUSULA 65ª ).
A partir de janeiro/14 os bancários que se enquadram na faixa salarial de até 05 salarios mínimos, terão a disposição um cartão magnético com valor mensal de R$ 50,00, com validade em todo o território nacional para ser usado em cursos de artes, dança, circo, musica, teatro, literatura, fotografia e audiovisual. O desconto para os trabalhadores será entre R$ 2 e R$ 5.
O Dieese mostra dados que R$ 113 milhões serão injetados ao ano em todo o país.
O movimento sindical bancário comemora ser a primeira categoria profissional a incluir este benefício em convenção coletiva e espera que seja um incentivo a leitura, já que muitos brasileiros (80%) sequer entraram em uma sala de cinema e outro tanto (70%) tem a TV como entretenimento.
Esta é mais uma conquista que deve ser divulgada e aproveitada pelos trabalhadores bancários, graças à mobilização da greve nacional de 2013.
08.01 - 17:48
TRABALHADORES NÃO CONFIAM MAIS UNS NOS OUTROS.
Está cada dia mais difícil de encontrar confiança uns nos outros.
É mais fácil julgar, do que entender os acontecimentos.
Hoje, o trabalhador não enxerga mais o coletivo, sugestionado por outros mal intencionados que não se preocupam com a verdade dos fatos e destila seu veneno, prejudicando quem quer que seja.
Esta maldade acontece no mesmo nível, entre parceiros de trabalho, de cima para baixo e de baixo para cima. De qualquer modo está enraizada na sociedade
Aliás, pela falta de tempo, muitos trabalhadores acabam envolvidos em artimanhas ou confusões criadas por outros que, por falta do que fazer fica ocupado com a atitude tomada pelos demais e na posição de atirador de pedras, atrapalha a vida de quem quer e precisa trabalhar.
Depois de envolvidos, fica difícil provar que não tinham culpa e até perdem o emprego, em casos mais extremos.
Existe um interesse patronal nesta situação, que quanto mais distantes uns dos outros, menor o poder de força do trabalhador.
Entre profissionais é importante a confiança, sem ela um grupo se prejudica.
Um grupo prejudicado não rende o suficiente e assim perdemos todos!
08.01 - 17:47
CLAUSULA 36ª PROIBE TORPEDOS COBRANDO RESULTADOS EM CELULARES PARTICULARES.
O trabalhador bancário tem mais uma ferramenta em sua defesa que é a clausula 36ª de nossa convenção coletiva.
A partir da campanha salarial de 2013 os banqueiros não podem mais fazer cobranças de resultados através de torpedos no telefone particular do trabalhador.
Segundo a médica e pesquisadora da Fundacentro Maria Maeno, dados da previdência social e outros inúmeros processos judiciais contra os bancos não deixam duvidas sobre a relação entre a organização do trabalho e os adoecimentos, dando visibilidade a sociedade dos abusos cometidos pelos bancos contra os seus funcionários.
Este procedimento deve ser denunciado ao sindicato, para que tenhamos condição de discutir com os bancos a irregularidade cometida contra o trabalhador, desrespeitando nossa convenção coletiva.
08.01 - 17:45
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