quinta-feira, 23 de junho de 2016

BANCO ITAÚ JÁ PARCELA FÉRIAS DE FUNCIONÁRIOS.

23.06-17 hs
Temos certeza que o banco vai negar, mas o parcelamento já está sendo praticado aqui em nossa região. Vemos com preocupação esta atitude que pode estar sendo tomada por alguns funcionários que se acham importantes para o banco, mas afirmamos que é puro engano, não existe ninguém insubstituível para o setor financeiro.
Em negociações nas últimas campanhas salariais, os bancos tentaram convencionar o parcelamento das férias, que em nossa opinião será prejudicial para a categoria.
Todos os bancários conscientes já perceberam que o fracionamento das férias só trará problemas para a saúde, enquanto que o banco pretende manter-nos ativos todos os meses para produzir cada vez mais. Quando apresentarmos problemas de saúde, eles nos substituirão por gente nova de idade, que demora um pouco mais em adoecer.
Em nosso entendimento, o fracionamento assinado acabará sendo regra no futuro, pois hoje já vivemos o dilema da proibição de gozar 30 dias de férias, com a obrigatoriedade de gozar somente 20 dias para ajudar o banco, ou alguém contesta essa verdade?
Recebemos inúmeras reclamações, principalmente dos maiores bancos do país, onde a obrigatoriedade de vender 10 dias das férias esta atrelada à fidelidade do trabalhador para com a empresa e se assim não o fizer, será demitido.

Pedimos encarecidamente que os colegas daquele banco deixem de fracionar suas férias, sob pena de perdermos mais esta conquista, ou seja, o direito de tirar 30 dias de férias para ter convívio familiar e recuperar as energias!

quinta-feira, 19 de maio de 2016

FOLGA ASSIDUIDADE, FIQUE ATENTO!

19.05 -013.59 HORAS
A folga assiduidade é garantida ao trabalhador que no ano anterior ao atual dissídio, não se ausentou do trabalho que não fosse por motivo justo, ou seja, trabalhou durante todo o ano. É mais um benefício de nossa Convenção Coletiva de Trabalho, cláusula 24.
Porem se não for gozada durante a vigência da CCT (correspondente ao período trabalhado entre 01/09/14 e 31/08/15) ela perde a validade no inicio da próxima, no caso em 31 de agosto de 2016.
Em alguns bancos e por gestores mal intencionados, este abono é negado ou empurrado com a barriga, para que o trabalhador não se ausente como se fosse um prejuízo imenso para a empresa.

É direito adquirido, reivindique o seu!

PORQUE O ASSÉDIO MORAL ACONTECE?

19.05 - 13.57HS
Por falta de uma política saudável dentro da empresa.
Os funcionários em nível superior devem participar de treinamentos e formação, preparados pela empresa para evitar que os assédios aconteçam com relativa facilidade, pois os bancos figuram como os maiores em volume de processos judiciais neste assunto.
Quando a política da empresa deixa a desejar, os trabalhadores vão aprendendo uns com os outros as rotinas do trabalho e os vícios vão passando adiante, neste sentido, os novos serão mais assediadores que seus antecessores, pois aprenderam com ele o que já era errado e tendem aperfeiçoar o que acham possível ser feito, agravando ainda mais o quadro dos assédios e suas variáveis.
Não se isole dos demais colegas de trabalho quando perceber que esta sendo assediado, comente com eles o que acontece com você e muito provavelmente você descobrirá que seus colegas também estão sofrendo do mesmo mal.
Procure pelo sindicato, busque ajuda, senão você será demitido injustamente!

O assediador em sua grande maioria sente raiva dos subordinandos e não suporta ouvir as verdades por incapacidade profissional e desequilíbrio.

ATITUDE PÓS-ASSALTO. PREVENIR É MELHOR QUE REMEDIAR!


A agência onde você trabalha foi assaltada e você presenciou o crime.
Por acordo que consta em nossa Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e não como desejamos, o banco deve passar os funcionários por um atendimento médico ou psicológico, para evitar problemas mentais no futuro. Nosso desejo é de que o banco submeta estes funcionários a atendimentos médicos e psicológicos, mas o banqueiro não concorda.
De qualquer modo quando tomamos conhecimento dos assaltos, visitamos as agências e conversamos com os bancários, informando que é direito de todos elaborarem o CAT (Comunicado de Acidente de Trabalho), que também é feito pelo sindicato e precisa da concordância de um profissional da área médica.
Nem todos os bancos tem este procedimento, muito menos submete os funcionários a apreciação médica e esta atitude só tem um motivo, a possibilidade de demitir quem bem entender já que não existe nenhum amparo jurídico ou médico.
O CAT é uma obrigação em caso de assalto, pois o ser humano pode desenvolver traumas futuros, independentemente de ter reagido com naturalidade no caso extremo!
Cuide-se, prevenir é melhor que remediar!


quinta-feira, 14 de abril de 2016

CURSOS CPA10 E CPA20 ESTÃO SENDO COBRADOS DOS CAIXAS.

14.04-16.31hs
Entendemos a revolta de alguns funcionários que, assoberbados pelas inúmeras cobranças entendem que a certificação acima é um exagero por parte de suas chefias.
Isso é um engano!
Estas certificações estão sendo cobradas desde 2007 pelo Banco Central, que elaborou este teste para saber se os bancários brasileiros podem agir como tal e se reúnem condições suficientes para vender produtos do banco.
Ou seja, a partir de um determinado momento todos os trabalhadores bancários deverão possuir esta certificação nacional para trabalhar nas instituições financeiras.
Está enganado o funcionário que acha que está tranquilo em seu posto de trabalho e que sabe tudo sobre o ofício, pois os bancos estão com a faca e o queijo nas mãos e ao menor sinal do BC estará liberado demitir quem não tenha uma certificação aprovada por aquele banco.

Não espere para ver, procure melhorar seu currículo, invista em conhecimento, pois em caso de demissão, outro banco poderá acolhê-lo com facilidade.

O SINDICATO FEZ ACORDO PARA DEMISSÕES NO BRADESCO?

14.04-16.30hs
Esse é um dos absurdos que o sindicato ouve quando adentra o expediente de um banco daquela instituição financeira.
Qual o poder que temos para negociar saída de funcionários, quando nossa pretensão é exatamente contrária a essa agressão que sofremos? Em nossa minuta que elaboramos anualmente, está muito claro que nosso desejo é aumentar o número de trabalhadores dentro das agências.
O fantasma da compra do banco HSBC talvez seja o motivo deste questionamento, pois com o fechamento de algumas agências daquele banco, alguns funcionários ficarão sem local de trabalho e as demissões acontecerão, como já aconteceram em situações passadas idênticas à vivida neste momento.
O trabalhador precisa deixar de acreditar em conversas de chefias mal intencionadas, que saem falando besteiras para tentar mais uma vez desacreditar a instituição representativa do grupo de trabalhadores ainda conhecida como bancários.
A Fenaban (Federação dos Bancos) disponibilizou seu negociador para apoiar os parlamentares na empreitada de terceirização da mão de obra, inclusive a dos bancos que é considerada atividade-fim. Logo, se o movimento sindical não conseguir provar nosso verdadeiro valor, seremos substituídos por trabalhadores que serão assalariados pelo menor valor possível, de acordo com o contrato que o banco fizer com uma prestadora de serviços.
O projeto já foi encaminhado para o senado e pode ser analisado/julgado a qualquer momento.

Nosso ideal é defender o trabalhador bancário brasileiro!

NÃO QUEREMOS IMPEDIR QUEM QUEIRA PRODUZIR.

14.04-16.29hs
Deixamos isso bem claro em uma reunião especifica do banco Santander, que falava sobre as metas aplicadas sobre o setor administrativo do banco, refletindo diretamente nos caixas e seus superiores imediatos.
Somos da opinião que se algum funcionário desejar vender produtos, principalmente na bateria dos caixas, não encontrará resistência deste sindicato.
O que não podemos é entrar em bola dividida, onde internamente o funcionário diz que aceita vender os produtos e depois reclama para o sindicato que está descontente com sua situação dentro do banco.
Ponderamos que a função de caixa vendendo produtos do banco caracteriza desvio de função, logo o trabalhador deve executar apenas uma delas e se a opção for pelas vendas, aconselhamos que o trabalhador feche seu caixa e faça as vendas ou as ofertas dos produtos em um balcão desvinculado da primeira função.
Logicamente o banco terá olhos mais carinhosos por aqueles que aceitarem esta determinação, mas o que não pode acontecer é que todos sejam igualados pela iniciativa tomada por um e aconteçam perseguições.

Estamos aqui para defender desde o menor funcionário até o maior na hierarquia bancária, mas não dá para fechar os olhos para as injustiças.