06.08 - 16.44hs
Aí o jogador brasileiro se posiciona para cobrar o pênalti
pela seleção, toma distancia, corre para a bola e chuta para fora,
bisonhamente.
Na entrevista, alega que só perde ou faz um gol quem esta lá
dentro de campo, velha máxima do futebol.
Mas onde ficam os treinamentos?
Dois jogadores que devem ser exemplo para muitos jogadores,
para mim, são o ex-goleiro Emerson Leão e o atual Rogério Ceni.
Ambos ficaram famosos por serem os primeiros a entrar em
campo e os últimos a saírem, depois de exaustivas cobranças de faltas, o
popular treinamento.
Hoje, o jogador mal aparece em campo, já posa de tatuagem
nova, barba riscada, cabelo modelado e um futebolzinho de médio para ruim.
Acredito que se estes treinassem mais, talvez não houvesse
tanto tempo de sobra para ficar tatuando o corpo ou pensando em beleza.
De que adianta toda esta vaidade, se na hora de apresentar o
futebol que joga, quase não sai na foto ou o que é pior, aparece chorando pelo
mal feito.
O melhor do mundo nunca foi medido por suas tatuagens e sim
pelo que apresenta dentro de campo!
EU VEJO O FUTURO REPETIR O PASSADO, EU VEJO UM MUSEU DE
GRANDES NOVIDADES!
É! E como dizia o poeta Cazuza “O tempo não para”!
E o que ficou no passado, para quem não viveu o momento, o
que era velho parece ser novo, atual, moderno, inovador!
A grande Portuguesa de Desportos, time paulistano de glórias
passadas não vive um bom momento e através da televisão mostraram uma
iniciativa que surpreendeu muitas pessoas, que é colocar seus jogadores para
trabalhar em padarias e carregar no uniforme o nome da empresa onde trabalho.
Relembro que, nos idos de 1974 aproximadamente, o nosso
querido São Bento inovou da mesma forma, colocando seus atletas para
trabalharem em empresas de Sorocaba para uma melhoria salarial individual e
consecutivamente um alivio para as despesas do clube.
Novo para mim foi estampar o nome da empresa no uniforme de
cada jogador que prestar serviço naquele estabelecimento comercial!
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